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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

as chuvas em Roça grande

As chuvas desse mês, fizeram um estrago danado  em nosso bairro  , mas vejam essas cenas inéditas que os arquivo do meu livro possui da grande chuva de 1997/1998 que destruiu a ponte sobre o  Rio das velhas e isolou o bairro do restante do país.
fotos de Antonio de jesus carvalho Edição de Vídeo Valdemar Arcanjo

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Santo Antônio me enganou


Pérolas da Roça grande



Ano 1972
- Jorge um mulato de vinte e  cinco anos, cabelos lisos, forte tórax , um verdadeiro gigante  de músculo, mas de cabeça fraca.Nunca quis estudar e vivia na praça da igreja de Roça grande á espera de um biscatezinho ou ia para a beira do rio das velhas tirando areia e cascalho PR vender para depósitos de material de construção.
Fora esse pormenor, Jorge era  um rapaz alegre e muito ingênuo.
Conta Donga que um dia os dois foram contratados para arrumar um telhado.
Estavam concentrado na tarefa, quando o filho da casa em reforma, jogou um pedaço de gelo de congelador no telhado .
A pedra caiu perto de Jorge que logo pegou o pedaço frio de água congelado. Como nunca tinha reparado no gelo de congelador foi logo perguntando ao zombeteiro Donga, que resolveu  tirar sarro do amigo:
-Jorge isso é veneno! O frio desse veneno entra pela pele e vai direto para o coração.
Jorge acreditou e chorando pediu ao amigo que não deixasse morrer, por ser muito jovem e queria ter ainda muitos filhos.
Não teve coisa melhor para Donga cair na gargalhada e espalhar  para os amigos a ingenuidade de Jorge.
Outro dia Jorge viu uma cena terrível.
Pegou sua irmã de mãos dadas com o namorado. Isto era considerado um desrespeito. Jorge partiu para cima do namorado e de sua irmã , ferindo levemente os dois.
Como sempre , ele correu para casa de seu amigo Donga, que lhe aconselhou a ir para General  Carneiro ou Belo horizonte.
- Olha Jorge. Pega o subúrbio que passa daqui a pouco e se esconda, se tua irmã der queixa de você á policia  . Vai passar um bom tempo atrás das grades.
Ao que o meninão Jorge retrucava:
Não tem problema não.Passei na igreja e pedi pra Santo Antônio  me proteger. Ele não vai deixar os homes me prender não.
Bem se é assim ... Donga se calou.
Estava o nosso amigo dormindo , quando batem vigorosamente na porta do barraco. Era a policia.
Identificado . Jorge se entregou e algemado , desceu o morro de sua casa, chorando, passou em frente a igrejinha de Santo Antonio, parou olhou para dentro do templo e desabafou.
Ta legal “tio tonho “ até o sinhô me traiu. Gente o Santo Antônio me enganou!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Nos corredores do sanatório Dom Bosco.





Muito se comenta sobre casos ocorrido no interior do ex sanatório para tuberculoso , mantido pela RFFSA ( Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima ).
Vizinho viam nas madrugadas .Um padre de estatura mediana , andar toda a extensão da Rua Santo Antonio , arrastando um caixão . Outros moradores viam  verdadeiras procissões de pessoas desconhecida , subir e descer a rua e desaparecer repentinamente.
O  caso que relato agora aconteceu na década de setenta e foi presenciado por minha mãe Terezinha  e sua colega de serviço D. Aparecida .
As duas trabalhavam na cozinha do sanatório e foi com alegria que viram adentrar ao refeitório  Miriam , uma interna  que há muito estava em tratamento de   tuberculose .
Bom dia senhoras . vim me despedir !
Que bom .-Jubilou minha mãe . Você esta curada ?
- Sim . Graça ao bom Deus eu estou liberta deste mal. Estou indo embora e não  poderia deixar de lhes agradecer , pela dedicação e carinho a mim atribuído .
- Que isso menina ! Essa é nossa obrigação .Jubilou as duas funcionárias . Quer um leite?
-Não .Quero pedir um ultimo favor .
Vou embora ,mas não verei mais minha  irmã Débora. Diga a ela que eu a amo muito e vou estar sempre ao lado dela. Marcos é um bom marido e  que ela tenha um pouco mais de paciência com ele.
Diga ao papai para ter paciência com o Marcos e que os amo muito. Mamãe esta la no quarto me esperando, Um abraço e até um  dia .
Minha mãe e D . Aparecida ficaram espantada com a total recuperação de Miriam e mais ainda não entenderam por que ela ia embora sem esperar seus familiares .
Comentaram o fato e voltaram para seus afazeres normais.
Tia Rita de Assis , que trabalhava na lavanderia do centro de tratamento adentrou  o refeitório. Estava tensa .
Aparecida me arruma uma xícara de chá. –Pediu
Foi prontamente atendida .
Tomando o chá. Comentou que a tarde teria que entregar as roupas da paciente que havia falecido pela manhã, desinfetá-la e entregar para a família.
O corpo já tinha sido encaminhado para o necrotério e o Dr.Jose Raimundo estava preparando o relatório.
Comentou ainda que todos estavam consternado pois a paciente que morrerá era a mais carismática e simples , todos gostavam dela.
Sem atinar pelo que estava acontecendo , minha mãe comentou: É a vida uns curam outro se vão...mas estamos feliz por que A Mirinha já esta curada e vai embora né.
Claro que ela esta curada ,né Terezinha –ironizou tia Rita . Foi ela que morreu.
Foi necessário amparar minha mãe que tomou um enorme susto. Chamou Aparecida e ambas contaram a Rita o que sucedera.
O fato foi comentado em toda a instituição  e quando  os familiares chegaram .
As funcionárias compareceram á presença do pai e irmã de Miriam.
Ficaram sabendo que a mãe da enferma tinha morrido há muito tempo e por causa desta perda , não se cuidou chegando ao mal que a levara para o outro lado da vida.
Jose Bonifácio, pai de Miriam, constatou que as funcionário do sanatório não estavam mentindo ou inventando coisa, pois este pormenor ninguém poderia saber , pois ele morava em Santos Dumont cidade vários quilômetros de Sabará e realmente não tinha uma relação amistosa com o filho .
Ao ver o corpo de Mirian no necrotério sua feições antes pálida estava corada , e um ar de  conforto habitava em seu semblante.
Estava com sua mãe certamente, a caminho de uma paz em comunhão com Deus.




retirado do livro "O FOLCLORE NA TERRA DE SANTO ANTÔNIO"  do mesmo autor do livro "A ROÇA CONTA UM CONTO"

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Minhas poesias



Contagem da Paixão
Autor Valdemar Arcanjo

Eram três...
Não ! Três eram os pensamentos  de ser seis,
Pensando melhor seis eram o  inicio  de doze
Que multiplicado por quatro quarenta e oito,
Elevado a potencia se chega a dois mil trezentos e quatros vezes,
Que tentei infinitamente te esquecer.
O que são os números comparados a paixão de viver feliz ao teu lado.
Sonhos,devaneio, alegria ilusória  de um dia
Ter você só para mim...
Bem .....
Eram três ou seria seis? nove
Doze, quinze mil vezes ....
Foram os pedidos que fiz a Deus para nunca te esquecer!
Acho que foram seis... seis milhões!
De sonhos e paixões
Deste poeta visionário.

domingo, 11 de dezembro de 2011

História que vovó contava III


Mataram uma galinha na Roça  grande

A noticia caiu como uma bomba no pacato distrito de Roça grande, municipio de Sabará.
Todos estavam desconsolados, tristes sem entender.
Quem teria coragem de fazer isso com Giselda?
Linda com toda a vida pela frente. Dona Corina estava triste e não aceitava a morte de sua galinha preferida.
Giselda um galinha de raça indiana, conhecida por todos os vizinhos por eu porte garboso e sua imensa facilidade em por ovos.  Num concurso realizado pela comunidade católica, ela foi escolhida como a mais bela franga do bairro e isso deixava seu Baltazar, muito orgulhoso por ter sua criação participado e ganhado tal menção.
A partir de então, Giselda era pretendida por todos os sitiantes da região e moradores que chegavam a oferecer altas somas de dinheiro para ter esse galináceo em sua propriedade.
Por diversas vezes o cabo Paulino e o soldado Custódio recebia informações de tentativa de furto da bela franga. Mas parecia uma tentação, todo queriam ter a Giselda no galinheiro ou então na panela, essa idéia apavorava seus proprietários que não admitia tal hipótese.
Giselda é da família. Mas nesta manhã de 12 de dezembro de 1979 , acharam um monte de pena na porteira da rua pau comeu e mais na frente uma cabeça de galinha , que logo foi identificado como da bela franga.
Covardia! Indignação muitos bocas de golo e desocupados, foram chamado para prestar esclarecimento, pois ficara provado que fizeram um assado do galináceo. Suspeitas foram levantadas, injúrias e o que ficou a tristeza e a pergunta: Quem matou a bela Giselda?



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Maria Mãe de Deus

Dia 8 de dezembro. Dia de Nossa Senhora da Conceição. 
dia de
" Maria "

Personalidade bíblica nascida em Nazaré, na Galiléia, a Santíssima Mãe dos católicos e escolhida por Deus para ser mãe de seu filho Jesus. Filha dos nazarenos Joaquim e Ana, seu pai era sacerdote israelense em Nazaré, e descendia de Davi e de Rute, de cuja descendência, conforme a Profecia, viria o Messias. Sua mãe, quando se viu grávida, e pensando que daria à luz um menino, fez voto de doá-lo e consagrá-lo ao Templo, porque somente homens serviam aos santuários. Seu pai faleceu antes do nascimento da filha, mas cumprindo a promessa, aos três anos de idade sua mãe levou-a para os guardiões do Templo de Jerusalém, para decidirem sobre o destino da menina que, pelo voto da mãe, deveria ser Consagrada e Apresentada a Deus. Os guardiões do Templo de Jerusalém aceitaram os argumentos da mãe e designaram Zacarias, esposo da sua tia, Elizabete, irmã da mãe dela, para tutelá-la. Aparentemente teve uma infância normal, alegre e tranqüila, como de todas as crianças meninas de sua época, cercadas pelos carinhos e atenções e com o passar dos anos tornou-se uma bela moça. Por influência de sua educação monástica, desenvolveu grande interesse pelos rolos de papiros da Escritura Sagrada, que eram guardados na sinagoga e lidos e discutidos nas reuniões semanais dos judeus de Nazaré. Assim foi desenvolvendo um extremo senso de religiosidade e ganhado a crença de que Deus a escolheria dentre as mulheres, para uma missão divina aqui na Terra. Ao completar 12 anos de idade, pelas leis judaicas, adquiriu o gedulah, ou seja, já estava legalmente autorizada para se casar. Sua mãe veio de Nazaré a Jerusalém e, ao regressar, levou a filha para passar alguns dias com ela. Em Nazaré um parente dela, José, um homem honesto mas bem mais velho do que ela, carpinteiro de profissão, filho de Jacó e descendente de Davi, pediu-lhe em casamento, o que foi aceito por sua mãe. Ela rejeitava a idéia de casamento, pois sempre ouvira no Templo de Jerusalém, que o Messias nasceria de uma virgem da genealogia de Davi, e assim pretendia permanecer pura para os planos de Deus. Não podendo contrariar a família, ficou noiva de José aos catorze anos e voltou para Jerusalém após noivado ser anunciado. Enquanto José permanecia em Nazaré, trabalhando para obter o necessário, a fim de constituir o novo lar, em Jerusalém, no Templo, ela continuava a orar fervorosamente a Deus. Segundo os relatos bíblicos, diante de sua santidade e pureza, Deus tomou-lhe para ser a mãe de seu Filho, na sua condição humana, o futuro Jesus Cristo, e por ação direta e exclusiva do Espírito Santo, ficou grávida naquele momento, condição de mãe virgem! Grávida antes de se casar, suportou a desconfiança de seu esposo e correu o risco de ser apedrejada, conforme mandava a lei daquela época. Em meio a desconfianças naturais da natureza humana, José convenceu-se de sua gravidez celestial e a desposou antes que sua condição de solteira grávida se tornasse pública e mantendo-se intocada até o nascimento do filho divino. Alguns meses após, de passagem por Belém, e sem obter hospedagem mais digna, ela deu a luz ao Filho de Deus, em uma manjedoura, provavelmente no subsolo de uma hospedaria, aos 16 anos de idade (4 a. C.). Estava, assim, constituída a Família Sagrada: José, Maria e Jesus. Oito meses depois receberam a visita dos três Reis Magos que vieram do Oriente, orientados por uma estrela divina, para adorar o Menino-Deus e trazer presentes. Os bíblicos três presentes, ouro,incenso e mirra, este conhecido como o aroma dos deuses, eram na realidade as oferendas mais valiosas e representativas daquela época. De alguma forma os famosos Reis Magos bíblicos sumiram tão rapidamente como apareceram no Evangelho de Mateus, e a tranqüilidade da família duraria pouco. Herodes, Governador da Judéia nessa época, ao saber da presença dos orientais em Belém para adorarem o recém nascido e futuro Rei dos Judeus, segundo a Escrituras, com medo de perder o poder e desconhecendo o paradeiro de tal criança, ordenou a matança em Belém e arredores, de todos os menores de 2 anos de idade. Porém antes de ser atingida pela trágica decisão, e Sagrada Família seguiu para o Egito, onde permaneceu por cerca de 6 meses, até a morte de Herodes. Assim ela, o esposo e o filho, voltaram para a Palestina e decidiram morar em Nazaré. Segundo algumas interpretações bíblicas ali teve uma vida normal de esposa e teria tido outros filhos com José, sendo portanto, Jesus o seu filho primogênito e não seu unigênito. Ali ela criou Jesus, enviuvou (~18 d. C.), seguiu seu filho durante sua vida pública de pregação (~27-30 d. C.) e sofreu com ele sua paixão e o viu morrer crucificado naquele anoitecer do dia 7 de abril. Depois da mortedo filho, permaneceu em contato com os seus discípulos e mantendo uma vida de orações. Constantemente recebia as caravanas de peregrinos que vinham para estar com ela e ouvirem e conhecerem seus relatos sobre seu Divino e tão amado Filho! É tradição cristã que morreu aos 72 anos de idade. Segundo a tradição católica, levou uma vida de santidade, de intima ligação com o filho de Deus, desde a Encarnação até o Calvário. Assim teria sido na visita a Isabel, no nascimento no refúgio de animais de Belém, na apresentação no Templo diante de Simeão, no encontro entre os doutores, nas bodas de Caná etc. Suportou com resignação a desconfiança do futuro esposo, as dificuldades inerentes à pobreza, a perseguição de governantes poderosos e cruéis, como Herodes, entre muitas outras provações. Por fim, sobreviveu a dor de ver seu Filho inocente ser condenado, cruelmente agredido e crucificado. Suportou tudo isso sem perder a fé, a confiança, a dignidade e a esperança em seu amor e submissão a vontade de Deus.



domingo, 4 de dezembro de 2011

o povo brasileiro







A cultura brasileira é uma síntese da influência dos vários povos e etnias que formaram o povo brasileiro. Não existe uma cultura brasileira perfeitamente homogênea, e sim um mosaico de diferentes vertentes culturais que formam, juntas, a cultura do Brasil. Naturalmente, após mais de três séculos de colonização portuguesa, a cultura do Brasil é, majoritariamente, de raiz lusitana. É justamente essa herança cultural lusa que compõe a unidade do Brasil: apesar do povo brasileiro ser um mosaico étnico, todos falam a mesma língua (o português) e, quase todos, são cristão A cultura brasileira é uma síntese da influência dos vários povos e etnias que formaram o povo brasileiro. Não existe uma cultura brasileira perfeitamente homogênea, e sim um mosaico de diferentes vertentes culturais que formam, juntas, a cultura do Brasil. Naturalmente, após mais de três séculos de colonização portuguesa, a cultura do Brasil é, majoritariamente, de raiz lusitana. É justamente essa herança cultural lusa que compõe a unidade do Brasil: apesar do povo brasileiro ser um mosaico étnico, todos falam a mesma língua (o português) e, quase todos, são cristãos, com largo predomínio de católicos. Esta igualdade linguística e religiosa é um fato raro para um país de grande tamanho como o Brasil, especialmente em comparação com os países do Velho Mundo

Embora seja um país de colonização portuguesa, outros grupos étnicos deixaram influências profundas na cultura nacional, destacando-se os povos indígenas, os africanos, os italianos e os alemães. As influências indígenas e africanas deixaram marcas no âmbito da música, da culinária, do folclore, do artesanato, dos caracteres emocionais e das festas populares do Brasil, assim como centenas de empréstimos à língua portuguesa. É evidente que algumas regiões receberam maior contribuição desses povos: os estados do Norte têm forte influência das culturas indígenas, enquanto algumas regiões do Nordeste têm uma cultura bastante africanizada, sendo que, em outras, principalmente no sertão, há uma intensa e antiga mescla de caracteres lusitanos e indígenas, com menor participação africana. 

No Sul do país as influências de imigrantes italianos e alemães são evidentes, seja na língua, culinária, música e outros aspectos. Outras etnias, como os árabesespanhóispoloneses e japoneses contribuíram também para a cultura do Brasil, porém, de forma mais limitada. 

ãos, com largo predomínio de católicos. Esta igualdade linguística e religiosa é um fato raro para um país de grande tamanho como o Brasil, especialmente em comparação com os países do Velho Mundo. 

Embora seja um país de colonização portuguesa, outros grupos étnicos deixaram influências profundas na cultura nacional, destacando-se os povos indígenas, os africanos, os italianos e os alemães. As influências indígenas e africanas deixaram marcas no âmbito da música, da culinária, do folclore, do artesanato, dos caracteres emocionais e das festas populares do Brasil, assim como centenas de empréstimos à língua portuguesa. É evidente que algumas regiões receberam maior contribuição desses povos: os estados do Norte têm forte influência das culturas indígenas, enquanto algumas regiões do Nordeste têm uma cultura bastante africanizada, sendo que, em outras, principalmente no sertão, há uma intensa e antiga mescla de caracteres lusitanos e indígenas, com menor participação africana. 

No Sul do país as influências de imigrantes italianos e alemães são evidentes, seja na língua, culinária, música e outros aspectos. Outras etnias, como os árabes, espanhóis, poloneses A cultura brasileira é uma síntese da influência dos vários povos e etnias que formaram o povo brasileiro. Não existe uma cultura brasileira perfeitamente homogênea, e sim um mosaico de diferentes vertentes culturais que formam, juntas, a cultura doBrasil. Naturalmente, após mais de três séculos de colonização portuguesa, a cultura do Brasil é, majoritariamente, de raiz lusitana. É justamente essa herança cultural lusa que compõe a unidade do Brasil: apesar do povo brasileiro ser um mosaico étnico, todos falam a mesma língua (o português) e, quase todos, são cristãos, com largo predomínio de católicos. Esta igualdade linguística e religiosa é um fato raro para um país de grande tamanho como o Brasil, especialmente em comparação com os países do Velho Mundo

Embora seja um país de colonização portuguesa, outros grupos étnicos deixaram influências profundas na cultura nacional, destacando-se os povos indígenas, os africanos, os italianos e os alemães. As influências indígenas e africanas deixaram marcas no âmbito da música, da culinária, do folclore, do artesanato, dos caracteres emocionais e das festas populares do Brasil, assim como centenas de empréstimos à língua portuguesa. É evidente que algumas regiões receberam maior contribuição desses povos: os estados do Norte têm forte influência das culturas indígenas, enquanto algumas regiões do Nordeste têm uma cultura bastante africanizada, sendo que, em outras, principalmente no sertão, há uma intensa e antiga mescla de caracteres lusitanos e indígenas, com menor participação africana. No Sul do país as influências de imigrantes italianos e alemães são evidentes, seja na língua, culinária, música e outros aspectos. Outras etnias, como os árabesespanhóispoloneses e japoneses contribuíram também para a cultura do Brasil, porém, de forma mais limitada..
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Afro-brasileiro



Afro-brasileiro, negro ou preto são os termos oficiais no Brasil que designam racialmente e de acordo com a cor as pessoas que se definem como pertencentes a esse grupo. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística usam o nome preto como nome oficial para essa cor/raça, sendo ela uma das cinco definições oficiais usadas pelo povo brasileiro para se definir, junto com branco, pardo, amarelo e indígena. De acordo com o IBGE, os brasileiros que se definiam como pertencentes a esse grupo em 2009 somavam 13.252.000 pessoas, 6,9% da população.

De acordo com uma pesquisa do IBGE realizada em 2008 nos estados do Amazonas, da Paraíba, de São Paulo, do Rio Grande do Sul, do Mato Grosso e no Distrito Federal, apenas 11,8% dos entrevistados reconheceram ter ascendência africana, enquanto que 43,5% disseram ter ancestralidade européia, 21,4% indígena e 31,3% disseram não saber a sua própria ancestralidade. Quando indagados a dizer de forma espontânea a sua cor ou raça, 49% dos entrevistados se disseram brancos, 21,7% morenos, 13,6% pardos, 7,8% negros, 1,5% amarelos, 1,4% pretos, 0,4% indígenas e 4,6% deram outras respostas. Porém, quando a opção "afro descendente" foi apresentada, 21,5% dos entrevistados se identificaram como tal. Quando a opção "negro" também foi apresentada, 27,8% dos entrevistados se identificaram com ela.




quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A humildade é o simbolo da nobreza



Será que a minha Roça Grande tem algum habitante de sangue azul?

Será que Roça grande ou Sabará tem algum descendente das famílias Orleans e Bragança?

Tem a familia Alcântara que ostenta esse sobrenome porque eram escravos de NOBRES portugueses descendente da família real Bourbon e bragança, representada por D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal (nome completo: Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon..



para quem tem dúvida do que seja nobreza.Resolvemos pesquisar e deixar para deleite de nossos leitores a definição de nobreza.

Nobreza representa o estamento de maior estrato, sendo geralmente hereditária.
Aos nobres pertenciam grande parte dos territórios conquistados, recebidos dos monarcas como prémio das vitórias nas batalhas e portanto o controle político. Beneficiavam de duas regalias muito importantes: a jurisdição privativa sobre os moradores dos seus domínios senhoriais (isso até o fim da Idade Média, no século XIV) e, por vezes, a isenção de tributos. A nobreza está associada a um título nobiliárquico e pode estar ligada ao governo de um território, sendo que cada país tem as suas regras quanto a nobiliarquia.

Quando uma família nobre é a soberana de um território, passa a ser denominada de Casa. Exemplo: Rei - Reino - Casa Real + (nome da família), Conde - Condado - Casa Comital + (nome da família), Duque - Ducado - Casa Ducal + (nome da família). Em alguns países, quando uma família membra da nobiliarquia era muito poderosa e importante dentro de um país, mesmo não sendo a soberana, ela também era denominada de Casa. Pois por causa dessa importância, com o tempo ela poderia ascender a chefia, seja por casamentos ou por batalhas.
Aos nobres associam-se os títulos nobiliárquicos segundo a importância, prestígio ou ascendência do indivíduo e também os brasões de armas de suas famílias.
O sistema nobiliárquico foi extinto na maioria dos países do mundo ocidental(quase totalmente no início do século XX(20), sendo assim, findou-se a relação de chefia, privilégios governamentais e autoridade dos membros da nobreza perante toda a população. Embora em alguns poucos países o sistema continue a vigorar, ainda que adaptado para o mundo capitalista. Atualmente, nos países onde está extinta, ter esta ascendência é símbolo de status social, de riqueza e de tradição. Portanto, os possuidores desfrutam desde o nascimento de uma posição socio-econômica-cultural bem elevada.

referencia:http://pt.wikipedia.org/wiki/Nobreza

Bem de acordo com o texto acima: Infelizmente não existe nobres morando em Roça grande e quiça em Sabará. A não ser os rei de congado que são nobres na fé, em se tratando de geração ou beneficie real estamos órfãos de príncipes, princesas, duque,condes,marqueses ou barão de sangue azul , nas terras de Borba Gatos. Somos simples operários que vendem o almoço pra comprar a janta, tem um carrinho popular e um terrinha pra deixar pra geração vindoura