Ele nos deixou , mas as suas lições de vida ficou. Ele soube plantar e colheu o fruto de quem irrigou nossa terra com boa semente. Fica a tristeza de sua perda , mas a alegria de saber que ele esta na mesa dos justos , compartilhado com Deus.
valeu professor.
bem vindo
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Orações e simpatia de Mãe Ceci

BENZEDURAS
CONTRA O MAU-OLHADO, INVEJAS, QUEBRANTO
Costuma dizer-se que não se pode ter uma camisa lavada sem que haja alguém a ter inveja. Não pense que é preciso ter um grande carro, uma grande casa ou roupas de marca para se ser o alvo da inveja alheia. Por vezes basta ser bonito/a ou simplesmente: ser feliz.
Como é que isso se reflete na vida da vítima?
A inveja, o chamado mau-olhado ou quebranto pode provocar os seus efeitos das mais variadas formas, mas que se resume a ter a vida enguiçada. Reflete nas grandes como nas pequenas coisas do quotidiano: é naquele vestido bem bonitinho e acabadinho de comprar que a transforma numa Deusa, mas no qual inadvertidamente caiu uma nódoa (daquelas que não saiem, claro!); é no carro que não pega ou na luz que se funde, vai-se lá saber como... enfim, aquelas coisas que tornam o quotidiano numa série de coincidências desastrosas e esgotantes! As crianças, que são mais frágeis e vulneráveis, podem mesmo ficar tristonhas ou doentes sem razão aparente.
Seguem então umas benzeduras para cortar o quebranto:
1ª- benzedura contra quebranto
Deus te remiu
Deus te criou
Deus te livre
De quem para ti mal olhou.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo,
Virgem do Pranto,
Tirai este quebranto.
Dizer a oração 3 vezes.
Se quiser, a seguir pode fazer o ritual do azeite (é usual fazê-lo): ponha um pouquinho de azeite numa taça, molhe um dedo no mesmo e deixe cair cinco pingos num prato com água. Se o azeite se espalha: existe quebranto. Repita a benzedura, quantas vezes necessário, até que os pingos do azeite não se desfaçam.
2ª- Benzedura contra o mau-olhado
Assim se faz a oração:
Nossa Senhora defumou o seu amado filho para bem cheirar, eu também defumo (meu querido a pessoa em causa ) para que todos os males se curem e o bem entrar.
Deus encante quem te encantou, dentro deste corpo este mal entrou, assim como o sol nasce na terra e se põe no mar que todos estes males para lá vão passar.
3ª- Benzedura contra o mau-olhado
Com um rosário na mão, faz-se a seguinte oração:
Jesus que é o Santo nome de Jesus, onde está o santo nome de Jesus não entra mal nenhum.
Eu te benzo criatura do olhado se for na cabeça a Senhora da cabeça e se for na cara a Senhora de Santa Clara e se for nos braços o Senhor de S. Marcos e se for nas costas as Senhoras das Verônicas e se for no corpo o meu senhor Jesus Cristo que tem o poder todo.
Santa Ana pariu a Virgem, meu Senhor Jesus e assim com isto é verdade assim este olhado daqui tirado para as ondas do mar, seja lançado para onde não ouça galos nem galinhas cantar, em louvor de Deus e da Virgem Maria, padre nosso e avém Maria.
Depois, ainda com o rosário na mão, reza-se uma Salve Rainha. Diz-se nove vezes.
Põe-se numa tigelinha água e três ou cinco gotas de azeite e dois pauzinhos em cruz. Se o azeite espalhar é porque temos olhado.
BENZEDURA DA DOR DE CABEÇA
Benzemo-nos em cruz e dizemos:
Pelo sinal da Santa Cruz, livre-nos Deus Nosso Senhor dos nossos inimigos, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, amém. ( nome da pessoa), eu te benzo da dor de cabeça que tens ou dos maus olhos que para ti olharam, ou vento ou sol, ou o mau tempo que por ti passou.
Diz-se três ou cinco vezes.
Põe-se numa tigelinha água e três ou cinco gotas de azeite e dois pauzinhos em cruz. Se o azeite espalhar é porque temos olhado.
BENZEDURA DO NERVO TORCIDO:
Diz quem se benze:
Jesus que é o Santo nome de Jesus, onde está o Santo nome de Jesus não entra mal nenhum.
A pessoa que vai coser pega numa agulha e num novelo de linha e diz:
Eu coso. E quem está padecendo responde:
Carne quebrada nervo torto.
Cosa a Virgem melhor do que eu coso, a virgem cose pelo são e eu coso pelo vão. Em louvor de Deus e da Virgem Maria, Padre Nosso e Avém Maria
Depois de se fazer esta benzedura, molha-se os dedos no azeite e esfrega-se a parte dorida. Reza-se um Padre Nosso e uma Avém Maria, a Santo Amaro, advogado de pernas e braços e oferece-se ao Nosso Senhor Jesus Cristo.
Repete-se 9 vezes.
Benzedura da dor de Barriga
Esta oração tem de ser dita 9 vezes:
Jesus que é o Santo nome de Jesus, onde está o Santo nome de Jesus não entra mal nenhum.
Quando a Nossa Senhora pelo mundo andava, chegou a casa de um homem manso e de uma mulher brava, pedindo -lhes pousada.
O homem dava e a mulher não.
Onde Nossa Senhora se foi deitar, água por baixo e água por cima; com estas mesmas palavras, cura a dor de barriga, em louvor de Deus e da Virgem Maria, Padre Nosso e Avém Maria.
Benzedura das pessoas Desmanchadas
Para pessoas desmanchadas, eis que faz a seguinte oração:
Jesus que é o Santo nome de Jesus, onde está o Santo Nome de Jesus não entra mal nenhum.
A Virgem é filha de Santa Ana, Santa Ana é mãe da Virgem. Jesus Cristo é filho da Virgem e a Virgem é mãe de Jesus Cristo. Vestes e revestes sacerdotes no altar e assim como o sacerdote se veste e reveste no altar, ossos e linhas de ( nome) vá ao seu lugar, isto seja tão verdade como Jesus Cristo disse missa no altar.
Nossa Senhora, Virgem pura, tragas linhas ossos e tendões de ( nome), amém .
Reza-se depois uma salve rainha à Nossa Senhora da Saúde e 9 vezes se diz esta oração.
Benzedura para dor de cabeça e dor de ouvidos
A pessoa que benze, diz:
Pai, filho e Espírito Santo.
Depois benze na cabeça com um terço e diz:
Jesus que é o Santo nome de Jesus, onde está o Santo nome de Jesus não entra mal nenhum. ( nome da pessoa a benzer), eu te benzo do mal e de ar maldito, quem te trouxe, e de ar frio e de ar quente. ( Pega-se numa faca) Com esta faca te lançarei, pernadas do ar cortarei e daqui para fora te deitarei e com o poder de Deus e da Virgem Maria, um Pai nosso e uma Avém Maria.
Repete-se nove vezes a Benzedura e benze-se e oferece-se a Nossa Senhora que leve o mal que a pessoa tem para o outro lado do mar, onde não ouça galo nem galinha cantar e nem mãe por filho chamar e Nossa Senhora dê as melhoras. Amém.
Reza contra a tentação do demônio
Esta reza apenas deve ser rezada às terças-feiras e sextas-feiras.
Em louvor do Santíssimo Sacramento do Altar, a minha casa vou benzer e defumar, e que todos os males existentes na mesma, que vão para casa de quem mos desejar (repetir a última expressão três vezes). Enquanto se faz a repetição, bate-se com o pé esquerdo três vezes. No final reza-se um Pai-Nosso.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
domingo, 15 de dezembro de 2013
História de Sabará – Como tudo começou
Cleber Paes
Tão logo os portugueses chegaram ao Brasil, em 1500, e começaram tímidas expedições explorando o território. Já em 1503 Américo Vespúcio organizou a primeira incursão conhecida, partindo da cidade de Cabo Frio, no Estado do Rio de Janeiro. Depois disso várias outras se sucederam, aumentando a frequência no decorrer dos tempos. Em Sabara não se sabe ao certo quando os primeiros exploradores alcançaram a região. Mas segundo o historiador Zoroastro Viana Passos, esta data teria sido 1550 ou até antes.
Mas essa linha não é a mais citada e sim o desbravamento da “bandeira” de Fernão Dias e depois do seu genro Borba Gato considerado como o fundador de Sabará.
Inicio Caça as Esmeraldas
FERNÃO DIAS PAES LEME
Em 1665, surge o apelo de D Afonso VI para que Fernão Dias partisse em busca de metais e pedras preciosas, e depois, em 1672, a missiva de D. Pedro II encarregando-o de achar as tais minas. Recebeu a nomeação oficial .Além de honras, a Corte promete-lhe ajuda financeira para colocar de pé sua expedição. Oferta jamais cumprida…
Fernão prepara sozinho, e durante três anos, a sua bandeira. Junta brancos, índios e mamelucos. Tem no total 674 homens dispostos a dar a vida pelo sonho. Em julho de 1674 parte em direção às cabeceiras do rio da Velha, atravessando a serra da Mantiqueira na região de Atibaia e Camanducaia. Desbravar matas, domar selvagens, enfrentar a ira das tempestades ou o inferno dos dias de verão.
Matias Cardoso e Bartolomeu da Cunha Gago já estão no caminho com suas tropas.Na trajetória que seguem, os bandeirantes vão deixando marcas definitivas: criam entrepostos comerciais, atraem povoações de outras paragens, levam vida a longínquos vilarejos.
Na Serra de Sabarabuçu exige de seus homens esforço redobrado. Ainda no começo do século, Marcos Azevedo afirmara ter encontrado esmeraldas naquela região. Mas morreu na prisão, recusando-se a revelar a rota para a mina.
Agora, confiam-lhe a missão de descobri-la. Está determinado a não desapontar. Sente que sua obstinação assusta e que às vezes até causa horror. Assume-se, jamais irá desviar-se das suas metas.
A terra é ingrata, nem sequer dá pistas do tesouro. Sob a ordem de Fernão os bandeirantes persistem. Tocam as entranhas do sertão. Vasculham, pedaço a pedaço reviram o chão que vão trilhando.
Mas cansados ficam seus homens. Má alimentação. Corpos fracos e mentes contaminadas pela ideia do fracasso. Muitos deles não resistem. Vão ficando pelas águas dos rios e veredas das serras, vítimas de epidemias ou de ataques dos selvagens. Também falta munição. Está difícil prosseguir. Insiste, exorciza o fantasma da renúncia que paira sobre a tropa. Despreza a covardia. Fareja a fortuna. Que os fracos confiem ao menos no instinto dos fortes, vocifera.
A conspiração contra Fernão Dias
Sorrateiro, alertado pela uma índia Fernão Dias encaminha-se para o local onde se encontram os conspiradores. Treme e seus olhos parecem querer saltar diante do que vê: amigos chegados defendem sua morte como único meio de pôr fim ao que chamam busca desvairada.
Na manhã seguinte dá ordem de prisão aos traidores. Para o líder da conspiração reserva castigo capital: a forca. O enforcado é o filho mameluco José Dias Pais de Fernão .
Morte de Fernão Dias
Em 1681. Comoção coletiva. Pedras, uma jazida delas, verde faiscante! É a recompensa pelos sete anos de investidas no sertão.
Doente, a barba toda branca cobrindo o rosto marcado pelos 73 anos, Fernão já não conserva sua rigidez. Aproxima-se do seu tesouro, toca-lhe. Ergue um punhado de pedras:
- Eis a prova de que estávamos certos, brada.
Em seguida, encarrega o sobrinho, Francisco Ribeiro, de levar a notícia a São Paulo:
- Leve algumas esmeraldas, para que não haja dúvidas.
De volta ao arraial do Sumidouro sente-se cansado e pede para ser deixado só. Permanece absorto por algumas horas até que se surpreende banhado em suor às margens do rio das Velhas. Volta a agarrar suas pedras, antecipa:
- Agora já posso morrer.
Missão de Borba Gato
Chove com violência e a canoa que transporta para São Paulo o corpo embalsamado do bandeirante vira ao atravessar o rio das Velhas. Os homens mergulham dia e noite a sua procura. Em vão.
Chega ao arraial o comissário das minas de D. Pedro II. Acirra-se a disputa pelas jazidas. Rodrigo de Castel Blanco, perito em pedras e metais preciosos, antes mesmo de avaliar o valor da descoberta, toma o comando da bandeira e recusa-se a entregar a fortuna a família de Fernão. Mulher, cinco filhas solteiras e ainda cinco sobrinhas órfãs, são deixadas na miséria. Todos os bens tinham sido empenhados para dar prosseguimento abandeira.
Borba Gato faz frente a ganância do fidalgo espanhol. No confronto, o genro de Fernão não hesita: atira o representante da Corte penhasco abaixo.
Foge das autoridades portuguesas, segue os rastos deixados pelo sogro e leva por diante a sua missão.
Borba Gato teria explorado as minas do Rio das Velhas que se situam no arraial de Santo Antônio da Mouraria, hoje simplesmente Arraial Velho. Contestada tenha sido Borba Gato o descobridor das paragens do Sabarabuçu”, de limites imprecisos, não lhe é negada a glória, porém, como fundador de Sabará.
Estatua Borba Gato em Sabará
Ele e seus homens fundaram numerosos arraiais, dos quais apenas dois podem ser indicados com certeza: o atual Santana do Paraopeba e o de Sumidouro (do rio das Velhas). Mas se especula, com base em manuscrito de Pedro Dias Pais Leme, marquês de Quixeramobim, seu neto, que tal expedição tinha como outros postos ou celeiros os lugares onde nasceriam os arraiais de Vituruna ou Ibituruna (“serra negra”), Roça Grande, Tucambira ou Itacambira, Itamarandiba, Esmeraldas, Mata das Pedrarias e Serra Fria – escalas de roteiro e localidades que serviram às expedições posteriores e que se tornaram povoados.
“Não registra a História, com justeza, a data da fundação do arraial. Todavia, admitindo-se tenha sido Manoel de Borba Gato seu fundador, essa data estará entre 1672 e 1678”. A escritora Lúcia Machado de Almeida, em seu trabalho “Passeio a Sabará”, indica para o acontecimento o ano de 1674. O certo é que o arraial desenvolveu-se e progrediu rapidamente, e, em 17 de julho de 1711, era elevado a categoria de Vila Real de Nossa Senhora da Conceição de Sabarabuçu.
Por Carta régia de 1714, quando a Capitania de Minas foi dividida em 4 grandes comarcas, foi a Vila Real indicada para sede da comarca de Vila Real de Sabará, compreendendo o termo de Vila Nova da Rainha, hoje Caeté. A Vila foi crescendo, enchendo-se de homens ambicioso, aventureiros e potentados. A produção de ouro era enorme, sendo Sabará um dos núcleos de mineração da província que mais ouro encaminhava a Coroa portuguesa.
Casa da Intendência ou Casa da Fundição atualmente Museu do Ouro de Sabará
“Tão intensa fez instalar em Sabará a Casa da Intendência ou Casa da Fundição, para cobrança do quinto”.
Era o apogeu. Era a opulência. Eram os barões, militares e senhores de minas, mandando educar seus filhos na Europa; vivendo em mansões, verdadeiros palácios da época, com móveis ao estilo europeu, com liteiras e pagens. Na cidade havia um dos maiores contigentes de escravos de então. Testemunhas vivas dessa época de fausto e riqueza são as centenárias obras arquitetônicas de Sabará.
“Foi sempre tão marcante a importância e o prestígio de Sabará, que D. Pedro I, a 24 de fevereiro de 1823, nos primórdios do Império, concedia-lhe o nobilitante título de “Fidelíssima”.
Sabará teve dias de esplendor, de honraria e de riqueza. Sucederam-se, todavia, dias de decadência e de regresso, dias alegres e dias sombrios.
Origem do Nome
Durante vários anos o nome foi Vila Real de Nossa Senhora da Conceição de Sabarabussu ou simplesmente Vila Real. A origem da palavra Sabará tem duas versões: segundo Theodoro Sampaio: “Sabará – antigo Tabará, de que se fez Tabaraboçú, como se vêem em documentos. Tabará é a forma contratada de Itaberaba, Itaberaba ou Ita-beraba, a pedra reluzente, o cristal. Sabaraboçu, antigo Tabaraboçu, corrupção de Ita-beraba-uçu, que significa pedra reluzente grande, que também se entende como serra resplandescente”. A outra, versão, de acordo com a “História Antiga de Minas Gerais”, confirma por Zoroastro Passos, baseia-se no fato de “os indígenas, fingindo que os rios maiores eram pais dos pequenos ou seus afluentes, chamavam o rio das Velhas, que era da barra para baixo, pai (cuba), e da barra para cima, çubara (pai partido). E assim chamavam Çubará-boçú ao braço maior (pai partido grande); e ao menor Çubará-mirim. Posteriormente aquele ficou chamado rio das Velhas (por causa de duas velhas que nele se banhavam) e este simplesmente Sabará.
Bandeira de Sabara
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Sabará, pelo alvará, de 16-02-1724, lei estadual
nº 2, de 14-09-1891.
Elevada categoria de vila com a denominação de Sabará, em 17-07-1711, confirmada
pela provisão de 09-01-1715. sede na antiga povoação Sabará. Constituído de 3 distritos:
Sabará, Lapa e Raposos. Instalada em 19-07-1711.
Elevado condição de cidade com a denominação de Sabará, pela lei provincial n° 93,
de 06-06-1838.
Pela lei provincial nº 725, de 16-05-1855, e lei estadual nº 2, de 14-09-1891, é criado o
distrito de Lapa e anexado ao município de Sabará.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 3
distritos: Sabará, Lapa e Raposos.
Pela lei estadual nº 843, de 07-09-1923, Sabará adquiriu do município de Caeté o
distrito de Cuibá.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 4
distritos: Sabará, Cuibá, Lapa e Raposos.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto-lei estadual nº 148, de 17-12-1938, transfere os distritos Lapa do
município de Sabará para Santa Luzia e Raposos para o de Nova Lima. Sob a mesma lei
Sabará adquiriu do município de Belo Horizonte o distrito de Marzagão. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de
3 distritos: Sabará, Cuibá e Marzagão.
Pelo decreto-lei estadual nº 1058, de 12-12-1943, o distrito de Marzagão tomou o
nome de Marzagânia e Cuiabá a chamar-se Mestre Caetano.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos:
Sabará, Mestre Caetano (ex-Cuibá) e Marzagânia (ex-Marzagão).
Pela lei nº 1039, de 12-12-1953, Sabará adquiriu do município de Santa Luzia o
distrito de Ravena (ex-Lapa).
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 4 distritos:
Sabará, Mestre Caetano, Marzagânia e Ravena.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela lei estadual nº , de o distrito de Marzagânia tomou o nome de
Carvalho de Brito
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 4 distritos:
Sabará, Carvalho de Brito (ex-Marzagânia), Mestre Caetano e Ravena.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Créditos: Mirna Queiroz
Fonte: Enciclopédia dos Municípios Brasileiros – Volume XXVII ano 1959.
http://site-iconsousabara.com.br/historia/historia-de-sabara-como-tudo-comecou
site-iconsousabara.com.b
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
História de Santa Bárbara

Santa Bárbara nasceu na cidade de Nicomédia na região da Bitínia, onde hoje se localiza a cidade de Izmit, na Turquia, às margens do Mar de Mármara. Bárbara viveu no final do Século III. Foi uma bela jovem, filha única de Dióscoro, um rico e nobre morador de Nicomédia.
Dióscoro não queria deixar sua filha única viver no meio da sociedade corrupta daquele tempo. Por isso, decidiu fechá-la numa torre. Lá, ela era ensinada por tutores da confiança de seu pai. Porém, aquilo que parecia um castigo, começou a abrir a mente de Bárbara. Do alto da torre ela contemplou a natureza: as estações do ano, a chuva, o sol, a neve, o frio, o calor, as aves, os animais, etc. Tudo isso fez Bárbara questionar se aquilo era realmente criação dos “deuses”, como seus tutores e seu povo creditavam, ou se havia “alguém” muito mais inteligente e poderoso por trás da criação
A beleza de divina
Quando atingiu a idade para o casamento, por volta de 17 anos, seu pai a trouxe para casa e permitia que ela recebesse a visita de pretendentes, mas não permitia que ela visitasse a cidade. Bárbara era uma jovem muito bela e de família rica. Por isso, muitos eram os pretendentes que queriam se casar com ela. Mas Bárbara não aceitava nenhum, enxergando neles a superficialidade e o interesse, e nenhum toque de amor verdadeiro.
Para seu pai, isso era um problema sério, pois, segundo os costumes, ele tinha obrigação de casar sua filha. Dióscoro pensava que as “desfeitas” da filha diante dos pretendentes se davam por causa do tempo que ela passou na torre. Então, ele decidiu permitir que Bárbara conhecesse a cidade.
O contato com os cristãos
Santa Bárbara, então, começou a frequentar a cidade. Nessas visitas, acabou conhecendo os cristãos de Nicomédia. Estes passaram para Bárbara a mensagem de Jesus Cristo. Falaram-lhe também sobre o mistério da Santíssima Trindade. A novidade cristã tocou profundamente o coração de Bárbara. Com os cristãos ela encontrou a resposta para seus questionamentos: o Criador de tudo era o Deus Único e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo e não os deuses que seu povo cultuava.
Bárbara se converteu ao cristianismo de todo o coração. Logo, um padre vindo de Alexandria ministrou a ela o batismo. E Bárbara passou a ser uma jovem fervorosa e cheia de virtudes cristãs. Em Jesus Cristo ela encontrou o sentido mais profundo de sua vida.
Santa Bárbara e as perseguições
Dióscoro, pai de Santa Bárbara, decidiu construir para ela uma casa de banho na torre, onde ele planejou instalar duas belas janelas. Quando a obra começou, Dióscoro teve que fazer uma longa viagem. Durante a viagem do pai, Santa Bárbara ordenou que construíssem uma terceira janela na obra. Sua intenção era que a torre tivesse três janelas em homenagem à Santíssima Trindade. Além disso, Santa Bárbara esculpiu uma cruz na torre.
Quando Dióscoro voltou, reparou logo nas mudanças feitas na construção e foi perguntar à filha o por que daquilo. Santa Bárbara explicou que as mudanças eram símbolos de sua nova fé: três janelas em homenagem ao Deus Uno e Trino, Criador de todas as coisas. E a Cruz lembrava o sacrifício do Filho de Deus para salvar a humanidade. Dióscoro ficou furioso.
A sentença de morte de Santa Bárbara
Ao perceber que a filha estava irredutível em sua fé cristã, Dióscoro, num impulso de ira, denunciou a filha ao prefeito da cidade. Este ordenou que Bárbara fosse torturada em praça pública, para tentar fazer com que a jovem renegasse a fé cristã. Porém, para surpresa de todos, Santa Bárbara não renegou sua fé, mesmo diante dos mais atrozes sofrimentos.
Durante a tortura, uma jovem cristã chamada Juliana denunciou os nomes dos carrascos, coisa que era expressamente proibida na época. Por isso, Juliana foi presa e condena à morte por decapitação juntamente com Santa Bárbara.
As duas jovens cristãs foram levadas amarradas pelas ruas de Nicomédia, sob os gritos furiosos de muita gente. Santa Bárbara teve os seios cortados. Depois, foi conduzida para fora da cidade. Lá, seu próprio pai a degolou.
Bárbara e os raios
Quando Dióscoro degolou a filha e a cabeça de Santa Bárbara rolou pelo chão, um raio riscou o céu e um enorme trovão foi ouvido pelo povo. E, para o assombro de todos, o corpo de Dióscoro caiu no chão sem vida, atingido pelo raio. Parece que a natureza se revoltou contra a atitude desse pai infanticida.
Depois deste fato, Santa Bárbara ganhou o status de "protetora contra relâmpagos e tempestades", além de ser nomeada Padroeira dos artilheiros, dos mineradores e das pessoas que trabalham com fogo.
Devoção à Santa Bárbara
A festa de Santa Bárbara é celebrada na Igreja Católica e na Igreja Ortodoxa. A festa é celebrada no dia 4 de Dezembro de cada ano.
Mas a grande mensagem de Santa Bárbara destina-se a todos aqueles que buscam a verdade, principalmente os jovens. Ela nos ensina a buscar a verdade com coração sincero e aberto. Ensina também que o casamento não deve acontecer por mero interesse, mas sim por amor. Por fim, Santa Bárbara nos dá uma mensagem de coragem e fé. A palavra mártir quer dizer testemunha e se aplica aos cristãos que preferiram morrer a negar sua fé e pecar. Este é o grande testemunho de Santa Bárbara.
Oração de Santa Bárbara
“Santa Bárbara, que sois mais forte que as torres das fortalezas e a violência dos furacões, fazei que os raios não me atinjam, os trovões não me assustem e o troar dos canhões não me abalem a coragem e a bravura. Ficai sempre ao meu lado para que possa enfrentar de fronte erguida e rosto sereno todas as tempestades e batalhas de minha vida, para que, vencedor de todas as lutas, com a consciência do dever cumprido, possa agradecer a vós, minha protetora, e render graças a Deus, criador do céu, da terra e da natureza: este Deus que tem poder de dominar o furor das tempestades e abrandar a crueldade das guerras.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.”
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Negros e mestiços na história da Academia Brasileira de Letras
DOMÍCIO PROENÇA FILHO
Quinto ocupante da cadeira 28


FRANCISCO OTAVIANO
Patrono da cadeira 13


GONÇALVES DIAS
Patrono da cadeira 15


GREGÓRIO DE MATOS
Patrono da cadeira 16


JOSÉ DO PATROCÍNIO
Fundador da cadeira 21


DOM LUCAS MOREIRA NEVES
Sexto ocupante da cadeira 12
MACHADO DE ASSIS
Fundador da cadeira 23


DOM SILVÉRIO GOMES PIMENTA
Segundo ocupante da cadeira 19


TOBIAS BARRETO
Patrono da cadeira 38


terça-feira, 12 de novembro de 2013
Nem berro , o becão da Roça
da esquerda pra direita: Zé Antonio.sô Toinzinho, Abilio, Silvio Baião, NEM BERRO, Djalma ,Nelson e Carlão
agachados: Getúlio paquinha, Loirinho, cabeção , Sergio braga, Geraldo Cristino e Zé Carlos.
****
Saco de farinha nas costas. Dentro dele, camisas surradas
com o escudo do glorioso RENNE ou do Olaria Futebol Clube, uma bomba de encher
e uma bola pintada com cal.
Personagem: um homem de estatura mediana, sorriso franco
desdentado, andar e jeito de Martinho da Vila (o bom malandro carioca).
Este era o perfil de um dos mais folclóricos personagens da
Rocinha.
Com sua voz fanhosa, ganhou notoriedade quando optou por ser
um solteirão convicto seu amor pelo futebol.
Com seu jeito malandro e simples era personagem marcante no
campo de futebol de Roça grande.
O time que ele dirigia era formado por ele e mi dez.
O verdadeiro beque da roça dava espetáculo pra torcida com seus
chutões.
Seus companheiros inseparáveis e time eterno eram: Boi,
Silvio baião, Nem berro, Ideir, Ventura, Abílio, Gumercindo, Geraldo Perácio,
Quincas, Botão e Baianinho. No elenco tinha ainda Carlos berro, Nelson Paulada,
Kidão, “sô Toinzinho”, Caiol, Vicentão e outros jogadores de fim de semana.
Alterações nesta escalação só mesmo se o candidato á vaga
estivesse em dia com a lavagem de camisa e mensalidade.
Conta se que num jogo amistoso entre a Renner e uma equipe
visitante, a única bola em jogo era a do Nem e o técnico do seu time resolveu
no segundo tempo da partida fazer uma substituição e adivinhe quem o técnico resolveu
tirar?
-Acertou quem disse o Nem.
O técnico chegou perto da linha lateral e gritou:
-Nem! Passa a camisa pro Tiririca! (passar a camisa não era
só substituição não! Realmente, a camisa suada era passada com tristeza por
quem saindo e alegria para quem está entrando, independente se o substituído era
dono de CC insuportável). - to saindo? Perguntou
indignado o becão.
- Sim! Disse o técnico- e passa logo a camisa pro Tiririca...
-Isso é que não!- respondeu! Se eu não jogar não tem mai
jogo... disse pegando bola do jogo e
saindo com o seu passo de malandro .
Foi uma luta convencer o Nem a emprestar a bola e voltar a
campo.
Quem não gostou muito foi o Tiririca que teve que se
contentar em assistir o jogo da pedra de reserva (pedra de reserva porque não
tinha banco).
Outra passagem hilária deste bom cidadão aconteceu no bairro
São Benedito, município de Santa Luzia, aqui pertinho de Belo Horizonte.
Jogavam Rosário de Roçagrande (time fundado pelo grande Manel
chieira) e São Benedito F. Clube. Fomos de ônibus especialmente contratado para
viagem, o time do Rosário quadro B havia tomado uma sonora goleada do quadro B
do São Bené e isso deixou a torcida e os jogadores locais convictos que o quadro
“A” encheria também o balaio do quadro A do Rosário.
Mero engano: O time formado por Boi, Abílio, Bozó, cabeção e
Silvio Baião, Jésus, Bispo e Pelezinho, Dé de bandinha, Carlinhos e Baianinho,
deu o maior sufoco no time local.
Como cortesia o juiz da partida era o Carlinhos Roque e o
placar marcava 1 a 0 para o Rosário, quando o juiz da partida marcou pênalti contra
o São Bené, todo o mundo viu quando o zaqueirão para não tomar um chapéu de Pelézinho,
meteu a mão na bola dentro da área.
Desespero! O time e a torcida foram para cima do Luiz. Carlinhos
Roque muito corajoso (ou doido?) estava irredutível. Foi pênalti e acabou, bola na marca.
Impasse; bate ou não bate... La vem o Nem. Com a sua voz
fanhosa botou banca...
- Foi pênalti – impôs
Pênalti porcaria nenhuma, rugiu um negão de dois metros de
altura, olho vermelhos (parecia que ele usava groselha como colírio), bafo de
matar urubu a distancia, músculo de estivador de porta da Rua Guaicurus em Belo
Horizonte, peitando o Nem.
Isso não o intimidou - Foi pênalti e acabou (fazendo uma
careta que gelou o sangue do negão e de mais meia dúzia de encrenqueiros)
Houve acordo e resolveram bater o pênalti.
Um jogador que prefiro não dizer o nome foi bater o pênalti e,
com medo de que no final do jogo pudesse haver retaliação, bateu a falta fraquinha
só para o goleiro pegar.
Realmente o goleiro fez aquela linda defesa mandando bola a escanteio.
PR delírio d torcida local.
MS a justiça foi feita, na cobrança do escanteio, Dé de
bandinha mandou a bola para o fundo das redes do São Bené que acabou perdendo o
jogo por 2 a1.
Graças ao bom Deus o espírito desportivo prevaleceu. Houve
confraternização das equipes e o respeito e admiração por Nem berro aumentou...
- Bravo, dizia ele, não sou, mas o que é justo tem que prevalecer...
conclui.
Hoje com certeza deve estar no céu divertindo a torcida de
anjo com sua simplicidade e alegria.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
56.000
A glória é tanto mais tardia quanto mais duradoura há de ser, porque todo fruto delicioso amadurece lentamente.
Arthur Schopenhauer
sábado, 5 de outubro de 2013
O triste hábito de falar mal dos outros

“...o que sai da boca procede do coração, e isso contamina o homem.” (Mt: 15,18)
Falar mal dos outros é um hábito infeliz, que vem se banalizando. Acontece todo o dia, a troco de nada. Hoje, com as redes sociais, cada pessoa pode se tornar alvo da maldade dos outros, exposta a alguém que posta o que quiser a seu respeito sem que ela possa se defender. Pode ser uma fotografia, um comentário ou um vídeo. E pior: pode ser mentira.
São cada vez mais aqueles que criticam o que os outros têm ou não têm, o que fizeram ou não fizeram, seus sucessos ou fracassos. Para justificar as críticas começam dizendo “gosto muito dela (ou dele), mas...”, e pouco depois fica claro que aquele de quem disseram tanto gostar, se transforma em alguém que, afinal, não suportam.
Pessoas que cultivam a maledicência possuem certas características que as tornam temidas (mas não respeitadas):
- são perigosas porque não têm escrúpulos: não se importam se o que estão dizendo é verdade ou não;
- não são leais: falam mal de qualquer pessoa, inclusive daqueles que consideram amigos;
- acham que têm sempre razão: distorcem a realidade e só veem o lado que lhes interessa;
- são sádicas: quanto mais doloroso ou humilhante for o que têm para dizer sobre o outro, mais prazer sentem ao repetir e compartilhar;
- não têm amigos: fazem alianças em prol dos seus benefícios e ganhos.
Falar mal dos outros não é um hábito que tenha a ver com a origem social. Revela falta de educação e uma grande falha de caráter. É um comportamento típico de pessoas invejosas.
Há algumas décadas a moral tinha um peso maior na educação e determinava com mais clareza os comportamentos corretos e socialmente aceitos. Uma pessoa educada não criticava ou comentava aspectos da vida dos outros. Esse comportamento, além de ser muito elegante era – e continua sendo – um comportamento do Bem.
Diz-se que o mundo vai mal e o ser humano está piorando, mas bastaria que cada um de nós cultivasse um pequeno gesto para tudo começar a mudar. As grandes mudanças sempre começam com pequenos passos. Deixar de falar mal dos outros, evitar replicar e compartilhar o que é mau é uma atitude muito simples, mas com grande impacto ao nosso redor.
Ninguém é obrigado a gostar de todo o mundo ou de todas as coisas – aliás, isso nem seria possível. Mas fazer opções de vida não significa ser grosseiro – e mau – com os outros, falando mal deles. A vida é cheia de voltas e reviravoltas e aquilo que se faz aos outros um dia retorna: é inevitável.
A grande verdade é que vemos e julgamos o mundo pelos nossos olhos, por aquilo que somos e espreita dentro de nós. Por isso, falar mal dos outros sempre revela muito mais de quem fala do que de quem está sendo falado.
Falar mal dos outros é um hábito infeliz, que vem se banalizando. Acontece todo o dia, a troco de nada. Hoje, com as redes sociais, cada pessoa pode se tornar alvo da maldade dos outros, exposta a alguém que posta o que quiser a seu respeito sem que ela possa se defender. Pode ser uma fotografia, um comentário ou um vídeo. E pior: pode ser mentira.
São cada vez mais aqueles que criticam o que os outros têm ou não têm, o que fizeram ou não fizeram, seus sucessos ou fracassos. Para justificar as críticas começam dizendo “gosto muito dela (ou dele), mas...”, e pouco depois fica claro que aquele de quem disseram tanto gostar, se transforma em alguém que, afinal, não suportam.
Pessoas que cultivam a maledicência possuem certas características que as tornam temidas (mas não respeitadas):
- são perigosas porque não têm escrúpulos: não se importam se o que estão dizendo é verdade ou não;
- não são leais: falam mal de qualquer pessoa, inclusive daqueles que consideram amigos;
- acham que têm sempre razão: distorcem a realidade e só veem o lado que lhes interessa;
- são sádicas: quanto mais doloroso ou humilhante for o que têm para dizer sobre o outro, mais prazer sentem ao repetir e compartilhar;
- não têm amigos: fazem alianças em prol dos seus benefícios e ganhos.
Falar mal dos outros não é um hábito que tenha a ver com a origem social. Revela falta de educação e uma grande falha de caráter. É um comportamento típico de pessoas invejosas.
Há algumas décadas a moral tinha um peso maior na educação e determinava com mais clareza os comportamentos corretos e socialmente aceitos. Uma pessoa educada não criticava ou comentava aspectos da vida dos outros. Esse comportamento, além de ser muito elegante era – e continua sendo – um comportamento do Bem.
Diz-se que o mundo vai mal e o ser humano está piorando, mas bastaria que cada um de nós cultivasse um pequeno gesto para tudo começar a mudar. As grandes mudanças sempre começam com pequenos passos. Deixar de falar mal dos outros, evitar replicar e compartilhar o que é mau é uma atitude muito simples, mas com grande impacto ao nosso redor.
Ninguém é obrigado a gostar de todo o mundo ou de todas as coisas – aliás, isso nem seria possível. Mas fazer opções de vida não significa ser grosseiro – e mau – com os outros, falando mal deles. A vida é cheia de voltas e reviravoltas e aquilo que se faz aos outros um dia retorna: é inevitável.
A grande verdade é que vemos e julgamos o mundo pelos nossos olhos, por aquilo que somos e espreita dentro de nós. Por isso, falar mal dos outros sempre revela muito mais de quem fala do que de quem está sendo falado.



