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domingo, 17 de maio de 2015

Quem realmente descobriu o Brasil?

Uma das perguntas mais triviais e até infantis que se pode fazer é "Quem descobriu o Brasil?"
A resposta seria mais simples ainda, foi Pedro Alvares Cabral, Certo?

Errado. O primeiro português a vir às terras brasileiras não foi Pedro Álvares Cabral, ao contrário do que até hoje ensinam os manuais de história. O primeiro pedaço de solo tupiniquim avistado pelos portugueses também não foi o Monte Pascoal, no sul da Bahia. O primeiro contato dos europeus com a terra brasilis muito pouco ocorreu em 22 de abril de 1500.

Recentes trabalhos de pesquisadores portugueses, espanhóis e franceses revelam uma história muito convincente sobre a chegada dos colonizadores portugueses ao Novo Mundo. O primeiro português a chegar ao Brasil foi o navegador Duarte Pacheco Pereira, um gênio da astronomia, navegação e geografia e homem da mais absoluta confiança do rei de Portugal, D. Manoel I. Duarte Pacheco descobriu o Brasil um ano e meio antes de Cabral, entre novembro e dezembro de 1498. O primeiro português a confirmar que existiam terras além do Oceano Atlântico desembarcou aqui num ponto localizado nas proximidades da fronteira do Maranhão com o Pará. De lá, iniciou uma viagem pela costa norte, indo à ilha do Marajó e à foz do rio Amazonas. Quando regressou a Portugal, o rei ordenou-lhe que a expedição deveria ser mantida em sigilo. O motivo para que a descoberta fosse tratada como segredo de Estado era bastante simples: as terras encontravam-se em área espanhola, de acordo com a divisão estabelecida pelo famoso Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494, quatro anos antes de Duarte Pacheco chegar à Amazônia.

As novas pesquisas sobre a verdadeira história do descobrimento acabam definitivamente a inocente versão ensinada nas escolas de que Cabral chegou ao Brasil por acaso, depois de ter-se desviado da sua rota em direção às Índias.

O QUE PROVA TAIS AFIRMAÇÕES ?

Até consolidar sua presença nessa - até então - desconhecida parte do mundo, portugueses e espanhóis se envolveram num fascinante jogo de traição, espionagem, blefes e chantagens. O mais recente trabalho a sustentar que Duarte Pacheco foi o verdadeiro responsável pelo descobrimento foi publicado no ano de 1996, em Portugal. Intitulado A construção do Brasil, é de autoria do historiador português Jorge Couto, 46 anos, professor da Universidade de Lisboa.

A base da tese gira em torno de um manuscrito, o "Esmeraldo de situ orbis", produzido pelo próprio Duarte Pacheco entre 1505 e 1508 e que ficou desaparecido por quase quatro séculos. Até no título, o documento revela seu caráter cifrado. "Esmeraldo" é um anagrama que associa as iniciais, em latim, dos nomes de Manoel (Emmanuel), o rei, e Duarte (Eduardus), o descobridor. "De situ orbis" significa "Dos sítios da Terra". "Esmeraldo de situ orbis", portanto, era "O tratado dos novos lugares da Terra, por Manoel e Duarte". Era um imenso relato das viagens de Duarte Pacheco Pereira não só ao Brasil, como à costa da África, principal fonte da riqueza comercial de Portugal no século XV. O rei D. Manoel I considerou tão valiosas as informações náuticas, geográficas e econômicas do "Esmeraldo" que jamais permitiu que ele fosse tornado público. Foi montado em cinco partes, com 200 páginas no total. As melhores provas sobre o descobrimento do Brasil aparecem no capítulo segundo da primeira parte.

O documento era, de fato, tão precioso que uma cópia foi contrabandeada em 1573 para a Espanha por um espião italiano, Giovanni Gesio. Depois que o espião pirateou um exemplar para a Espanha, alguns historiadores começaram levantar a hipótese da vinda de Duarte Pacheco ao Brasil antes de Cabral. O peso da visão tradicional da história e a linguagem enigmática da passagem referente à viagem de 1498 contribuíram, porém, para que essa fosse considerada, até agora, uma versão fantasiosa. Para sustentar a sua tese, Jorge Couto cruzou dados sobre as relações políticas entre Portugal e Espanha em 1498, debruçou-se sobre interpretações minuciosas do "Esmeraldo" e dos mapas da época, estudou os métodos usados no final do século XV para calcular a longitude e recorreu a relatos históricos sobre as antigas populações indígenas da Amazônia e aos resultados das recentes pesquisas feitas pela arqueóloga americana Anna Roosevelt em Santarém e na ilha do Marajó, no Pará.

Em Portugal, o livro de Jorge Couto tornou-se uma referência obrigatória. Entre os principais historiadores portugueses, "não há dúvidas de que Duarte Pacheco chegou ao Brasil antes de Cabral", menciona José Manoel Garcia, pesquisador português especializado em História dos Descobrimentos. "A viagem de Cabral continua a ser considerada o descobrimento oficial do Brasil apenas por uma questão de tradição e de comodidade." Não é só em Portugal que Duarte Pacheco é reconhecido como o responsável pelo descobrimento do Brasil. O espanhol Juan Gil, da Universidade de Sevilha, e o francês Serge Gruzinski, do Centre Nationale de Recherches Scientifiques, também fazem essa afirmação em trabalhos publicados, respectivamente, em 1989 e 1992, mas sem a riqueza de tantas evidências e provas como Jorge Couto.

1498: GUARDE BEM ESTE ANO...

Em outubro de 1498, o rei português D. Manoel I viu frustradas as suas ambições de subir também ao trono da Espanha, depois que morreu sua mulher, dona Isabel, filha dos reis católicos Isabel de Castela e Fernando de Aragão. Perdeu assim sentido a política de boa vizinhança que ele vinha desenvolvendo com os espanhóis. D. Manoel I resolveu, então, mandar uma expedição para descobrir terras na "parte ocidental, passando além a grandeza do mar Oceano". A parte ocidental era onde ficavam as terras descobertas pelos espanhóis nas Américas, na primeira expedição comandada por Cristóvão Colombo em 1492. O mar Oceano era como os portugueses chamavam o Oceano Atlântico. A expedição deveria também determinar, no local, a linha imaginária traçada pelo Tratado de Tordesilhas para funcionar como marco divisório dos domínios portugueses e espanhóis no mundo. Para a missão, d. Manoel I escalou o melhor homem que tinha à disposição. Duarte Pacheco era um exímio navegador, como tinha demonstrado na costa da África, era da sua total confiança e, o mais importante, tinha sido um dos conselheiros técnicos de Portugal nas negociações do Tratado de Tordesilhas.Após ter recebido as ordens do rei, Duarte Pacheco zarpou, em novembro de 1498, do arquipélago de Cabo Verde, na costa da África, em direção à linha do Equador. Os historiadores ainda não encontraram evidências para confirmar se ele partiu com apenas uma ou com duas caravelas. Navios de pequeno porte, elas eram usadas em expedições de exploração. Para ocupar territórios, os portugueses e espanhóis usavam naus e galeões, navios maiores, com grande capacidade de carga. Duarte Pacheco continuou navegando para o Sul até que avistou terra na região que hoje é fronteira entre o litoral do Maranhão e do Pará. A partir desse ponto, favorecido pela corrente marítima das Guianas, Duarte Pacheco não teve dificuldades para iniciar uma viagem pelo litoral brasileiro que foi até a Ilha do Marajó e a foz do rio Amazonas.

DUARTE PACHECO PEREIRA NO BRASIL

Durante o trajeto, Duarte Pacheco encontrou populações compostas de homens "pardos quase brancos". Essas eram justamente as características físicas dos índios aruaques que dominavam a orla marítima do Norte do Brasil. Os estudos da arqueóloga Anna Roosevelt comprovaram que toda essa região era habitada por populações indígenas com alta densidade demográfica e que criaram na ilha do Marajó uma sociedade complexa, de escala urbana e produtora de um artesanato até sofisticado, como a célebre cerâmica marajoara. Isso explicaria a referência de Duarte Pacheco ao Brasil como uma "terra grandemente povoada".

Embora não haja comprovação de que o navegador português tenha rezado também a primeira missa do Brasil em solo amazônico, existem indícios. Há relatos de navegadores espanhóis que teriam encontrado uma grande cruz na região da foz do Amazonas. Na volta a Portugal, os resultados da expedição foram mantidos sob absoluto sigilo. Uma cláusula do Tratado de Tordesilhas obrigava Portugal e Espanha a comunicarem ao outro reino as ilhas e terras descobertas em domínios alheios. Ora, todas as terras descobertas ficavam na área dos espanhóis. O rei d. Manoel I, que não tinha mais como subir ao trono espanhol, calou para não dar munição de graça aos concorrentes. O silêncio sobre a expedição de Duarte Pacheco foi apenas mais um golpe baixo na feroz competição que portugueses e espanhóis travavam no final do século XV. Na luta pela hegemonia na Península Ibérica e para ver quem primeiro descobriria o caminho das ricas especiarias das Índias, Portugal e Espanha.

VOLTA DE PACHECO A PORTUGAL: GLÓRIA E MORTE

Depois da expedição à costa brasileira em 1498, Duarte Pacheco foi para a Índia entre 1503 e 1505. Lá, cobriu-se de glória ao derrotar em sucessivas batalhas, com poucas centenas de soldados, milhares de inimigos comandados pelo rei da cidade indiana de Calecut. Na volta a Portugal, Duarte Pacheco ganhou uma recepção triunfal do rei d. Manoel, que lhe concedeu a raríssima honra de o colocar ao seu lado na procissão comemorativa que percorreu as ruas de Lisboa.

Depois da subida ao trono português de d. João III, Duarte Pacheco, por ser integrante de um grupo político muito próximo a d. Manoel, caiu em desgraça. Foi preso sob a acusação, aparentemente caluniosa, de contrabando de ouro na África e ficou meses encarcerado em Lisboa. Mais tarde, foi reabilitado, mas morreu em 1533 na pobreza e totalmente afastado das decisões políticas.

ONDE FICA PEDRO ALVARES CABRAL NESTA HISTÓRIA

A maior parte dos historiadores que pesquisam o descobrimento, são unanimes ao dizer que o "descobridor" oficial do Brasil compõe uma pálida figura. Cabral não entendia quase nada de navegação, mas era oriundo da média nobreza - teve a sorte de casar com uma das herdeiras de uma das famílias mais ricas do reino. Foi assim que conseguiu ser escalado para comandar a maior armada que Portugal já montara. Pela quantidade de homens e naus, a expedição de Cabral é mais uma prova de que os portugueses vinham para tomar posse do Brasil e usá-lo como base de apoio da rota para as Índias. Ele partiu do rio Tejo, em Lisboa, com cerca de 1,5 mil homens e 13 embarcações (nove naus, três caravelas e uma naveta de mantimentos). Apenas para comparação: quando chegou às Índias em 1498, Vasco da Gama viajou com apenas três embarcações. Oficialmente, a missão de Cabral era estabelecer uma feitoria comercial na cidade de Calecut. Esse era o motivo da presença na expedição de Pero Vaz de Caminha - o autor da "certidão de nascimento" do Brasil seria um dos escrivães de despesa (uma espécie de contador) do entreposto comercial a ser criado na Índia. Os portugueses acreditavam que o Brasil se encontrava mais próximo do Sul da África do que realmente está. Após a viagem de Cabral, perceberam o erro e só partiram para a ocupação do Brasil 30 anos depois.Portanto o ano de 1500 marca para a História do Brasil o surgimento das bases da colonização portuguesa, e nunca o descobrimento do Brasil.

NADA ACONTECE POR ACASO, NEM O DESCOBRIMENTO DO BRASIL

Entre os historiadores, é quase consensual que Cabral partiu de Portugal com instruções secretas do rei d. Manoel para chegar às terras já descobertas por Duarte Pacheco. Em 1979, o comandante Max Justo Guedes fez sobrevoos na costa de Porto Seguro (BA), na altura da gávea da nau de Cabral para verificar as condições de navegação em que foi avistado o Monte Pascoal, em 22 de abril de 1500. Na carta de Caminha, ele é descrito como um monte cônico com "serras mais baixas ao sul dele". Segundo o estudo, esta visão do morro só ocorre quando se navega de Sul para Oeste (como se Cabral tivesse alcançado o litoral à altura do Espírito Santo e subido em direção à Bahia), o que demonstra que ele estava em busca de terras. Se tivesse chegado ao Brasil por acaso, Cabral estaria navegando na direção Norte-Oeste. "A descoberta foi intencional", sustenta o comandante Guedes. "A tese de que Cabral chegou ao Brasil por acaso não encontra mais respaldo entre os historiadores", corrobora Laura de Mello e Souza, professora da Universidade de São Paulo (USP).

Ao alcançar Porto Seguro, a esquadra tinha 12 embarcações (uma se perdeu no caminho e depois conseguiu retornar a Portugal). Cabral ficou apenas uma semana, rumando para a segunda etapa, mas fracassou na missão de estabelecer a feitoria em Calecut. Um ataque de surpresa dos hindus, atiçados por comerciantes muçulmanos, destruiu a feitoria e massacrou vários portugueses, entre eles Caminha. Cabral voltou a Lisboa com apenas seis navios. Entrou depois em atrito com o rei e não voltou mais a comandar expedições marítimas. D. Manoel I teria justificado a decisão com o argumento de que Cabral não era "um homem com muita fortuna no mar". O que teria sido o grande feito da sua vida, o descobrimento do Brasil, só foi divulgado um ano depois que a carta de Caminha chegou a Portugal. Isso demonstra a pouca importância que os portugueses deram à expedição de Cabral - mais um indício de que se tratava, realmente, da segunda viagem ao Novo Mundo. Quando comunica o fato aos reis espanhóis, d. Manoel I, cinicamente, o atribui a um ato milagroso. Até recentemente, a casa que pertencera à família de Cabral, em Santarém, cidade portuguesa onde está o seu túmulo, funcionava como um prostíbulo. Foi restaurada por causa das comemorações dos 500 anos do descobrimento do Brasil no ano 2000.

fonte: http://www.souparaense.com/2011/04/quem-descobriu-o-brasil-pedro-alvares.html

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Feio pra capeta


                                            


Denise, minha irmã  mais nova estava explicando para o  meu sobrinho Henrique, um garoto de quatro anos  algumas passagens da bíblia e como estava no mês da quaresma , ela explicava ao garoto , o que Jesus passou no deserto e como  foi tentado pelo capeta.
Henrique ouvia embevecido as explanações de sua genitora e estava tão absorvido pelo tema  , que de vez  enquanto soltava um suspiro e um arrepio . Denise explicava que Jesus era nosso salvador e redentor da humanidade e por ter morrido na cruz , ele tirou todos os nossos pecado. Contou ainda que devemos ser bonzinhos e não fazer nada errado se não o capeta pega a gente e leva pro inferno.
- Muito curioso e ingênuo, próprio da criança ele perguntou:- mãe como o capeta é?
- Muito feio  , meu filho . Muito feio.
Neste momento toca a campainha da porta. Henrique corre pra abrir a porta e volta todo assustado  e tremendo. Denise apreensiva  foi logo perguntando ? que foi filho ?
Mãe o diabo ta La fora vendendo verdura.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Abdução



Abdução
O casal era muito conhecido no bairro.
 Quem não conhecia o senhor Jacó e Dona Maristela?
Ela uma excelente professora do grupo escolar Dr. Homero Machado Coelho, por isso era respeitada e admirada pelos quatrocentos habitantes do bairro de Roça grande.
Na comunidade católica era requisitada para “puxar “as novenas e terço do mês de Maria (mês de maio, onde se realiza até hoje a coroação da Virgem Santíssima”). Mulher de traços finos e aos quarenta anos de idade tinha o corpo e rosto de uma garota de vinte e cinco anos, seus olhos verdes acinzentados refletiam uma alma límpida e imaculada de uma  cidadã digna de exemplo a ser seguida. Teu marido Jacó não ficava para trás, religioso, trabalhador  era um homem admirado pelas mulheres por seu traço viril e invejado pelos homens por ser funcionário da RFFSA (Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima) e ter casado com a bela e prendada Maristela.
Era comum ver o casal sair da missa das onze horas da igrejinha de santo Antonio caminhar pela via férrea até o sitio que moravam e la forrar o gramado do jardim e ali mesmo se servirem do almoço ao ar livre.
O sitio que Jacó e Maristela possuíam ficava no caminho entre Roça grande e General carneiro possuía uma grande extensão de terra margeando o rio das velhas, todo plantado de laranjeiras, tamareiras, videiras e mangueiras além de alguns pés de jabuticabas, era ali que montaram o seu pequeno mundo, um paraíso para aquele casal encantador.
À noite o céu se vestia de manto azul cravejado de estrela e tendo a cor áurea da lua como apêndice valioso da natureza transformava esse cantinho num misto de sonho e felicidade perene convidando a todos os vitiantes a se reunir ao redor de uma fogueira e admirar esse espetáculo por Deus proporcionado.
Foi numa noite como esta que Jacó e Maristela conversavam com amigos na varanda de sua casa que algo de anormal aconteceu:
Maristela admirando o céu estrelado notou que duas estrelas se deslocavam rapidamente de um ponto ao outro da abóbada celeste, isto ela comentou com seus pares que desviaram sua atenção para o fato alocado e surpreendentemente notaram que as luzes cresciam espantosamente e se aproximava de onde que estavam.
Jacó e seus amigos se sentiram impotente em reagir. Aquilo sobrepunha a tudo o que imaginara, nem mesmo a coleção de ficção cientifica de Julio Verne poderia explicar o que estava acontecendo. Agora a menos de trinta metros de altura havia dois objetos redondos emitindo uma cor âmbar de dimensão enorme pairando sobre suas  cabeças.
Não sentiam medo, sentiam apenas um misto de espanto e curiosidade ante essa visão.
De dentro desse objeto uma luz de cor azulada saiu e projetou a menos de cinco metros da varanda da casa um ser de dois metros de altura olhos oblíquos, boca pequena, tez clara trajando um macacão bem o lado a corpo de cor metálica, dando ao ser, um aspecto angelical.
Paralisados, viram com certo medo o estranho ser se aproximar e estender a mão num gesto amistoso. As palavras do estranho explodiam em suas cabeças, mas a boca dele não se mexia.
Jacó num gesto de coragem e se sentindo líder dos espantado balbuciou:
-Quem é você?
Não obteve resposta, parecia que o ser os observava, e isto é um fato.
O mesmo acontecia do lado dos visitados, com a diferença que o medo invadia o âmago deste.
Sem dizer palavras, esse estranho personagem se virou e caminhou em direção á luz que Jacó definiu como uma estranha nave.
Uma porta se abriu e o estranho personagem foi engolido pela luz que alçou um raso vôo pairando em cima do grupo de amigos.
É o que lembra Jacó e Maristela,de seus vizinhos não se tem noticia e não se sabe por que só eles ficaram. Seria um aviso ? A certeza que não foi um sonho ou pesadelo foi uma cicatriz que apareceu nas panturrilhas esquerda de suas pernas e o sonhos esporádicos de estar numa terra desconhecida.
Comentou se na comunidade o desaparecimento dos sitiantes, vizinhos do casal,busca infrutíferas foram feita e nada.O caso ficou pendente por uns cinco anos até que foi arquivado pela policia local como caso insolúvel .
Maristela continuava linda, mas sua perspicácia mental aumentou sendo considerada uma mulher sábia e de visão.
Jacó não se sentia bem no seu trabalho e pediu demissão do trabalho e se dedicou a arte de pintar e seus quadros ganharam projeção nacional, pois eram pinturas surrealistas, mostrando um cenário futurístico fascinante.
Viveram assim até maio de mil novecentos e quarenta, quando em mais uma novena em louvor a Nossa senhora da Conceição , Maristela e Jacó pediram a palavra e estranhamente, agradeceram a comunidade por lhe tratarem com carinho e respeito, mas eles teriam que se mudar, para um lugar bem distante e que certamente não poderia tão cedo voltar.
Esclareceram que essa mudança de ares seria benéfica para ambos e que certamente a comunidade teria muito a ganhar com essa sua nova postura.
A simplicidade do povo ouvinte não poderia dimensionar a importância dessas palavras, todos foram até o casal se despedirem desejando lhes sorte e prosperidade onde quer que eles fossem.
Assim o casal partiu para sua residência, se preparar para tão comentada viagem.
Caminharam pela linha férrea como de costume nem bem tinham percorrido duzentos metros da igrejinha de santo Antonio, uma luz os envolveu e poucas pessoas viram quando Jacó e Maristela foram dragados pela luz e desapareceram.
No dia seguinte muitos amigos acorreram para a casa do casal, não os  encontraram. Não levaram nada, a casa estava limpa e bem cuidada, nada fora levado, o ar de paz, predominava naquele lar, havia até uma chaleira no fogão como a esperar que a dona da casa viesse usá-la. Tudo em ordem,só faltava o casal , que nunca mais apareceu.
Passaram se os anos, os familiares do casal registraram um boletim de ocorrência, a policia entrou no caso, houve repercussão nacional, mas pouca gente prestou atenção, pois o assunto latente era a declaração de guerra feita pela a Alemanha à Inglaterra.
O casal tão carismático da Roça Grande evaporou no ar, ninguém nunca mais teve noticias.
1998 - Sábado dia vinte um de março,
O velho Jonas, morador bem antigo do bairro, caminhava manquitolando pela via férrea em direção ao bairro de General Carneiro, ao passar pelo sitio nota que um casal estava na propriedade, curioso se aproxima e entabula um dialogo amistoso com a dupla.
- Boa tarde!Saúda o septuagenário
Como vai?- responde a mulher
Estão interessados em comprar esse sitio?- indagou
Não! Estamos somente matando a saudade.
Por quê? Você são herdeiros dos donos desse lugar?
- Na verdade isso já foi nosso. Suspirou a linda mulher.
Mas isso é uma longa historia. O senhor não entenderá.
Bem temos que ir... vamos amor?
Dizendo essa palavras, tirou um aparelho metálico do bolso, acionou e uma luz ofuscante os envolveu desaparecendo em seguida.
Jonas estava assustado, esqueceu que mancava e empreendeu uma desabalada carreira até o centro da Roça onde contou o que ocorrera.
Ninguém acreditou, acharam que era mais uma maluquice do velho.
Jonas jurava, mas ninguém lhe dava ouvido. Fora confessar com o padre e este lhe pediu que não ficasse falando isso, pois levaria a população achar que ele enlouquecera.
Padre Antonio, muito carismático e bonachão, para acalmar o velho amigo, pediu que o  ajudasse a organizar o salão dos milagres.
Para lá caminhou   o velho Jonas e mais algumas pessoas. Ao abrir uma caixa de velhas fotos, um susto tomou a face de Jonas:
La estava à foto do casal que ele vira no sitio. Aquela foto retratava a linda jovem que ele vira pessoalmente. O homem que estava  com a mulher era inconfundível. seu traço e porte era retratado fielmente nesta foto. Tinha certeza, não poderia ter duplicidade na imagem e no que vira.
Estava diante de um caso inexplicável.
Quem explica?





domingo, 22 de fevereiro de 2015

Superstições da Quaresma




Variados e copiosos são os aspectos folclóricos decorrentes de atos, fatos, fórmulas, ritos e dogmas da nossa religião. Nesse folclore religioso inclui-se todo um infindável rol de tradições: lendas e milagres de santos; ex-votos e promessas; orações e benzeduras; corte, puxada e fincada de mastro; toadas de congo em louvor de santos; romarias e procissões; dramatizações profano-religiosas; e mais as festas juninas e as do ciclo do Natal — enfim, cortejo infinito de tradições que, por estarem tão ligadas à religião, mais entranhadamente resistem à força demolidora da "civilização".

Para esse folclore, a Quaresma, e dentro desta a Semana Santa, concorrem com interessante contingente de crendices, orações, trovas, adivinhas, o bulhento ofício de trevas, a solene procissão de Sexta-Feira Santa com Beús e matracas, e, no sábado da Aleluia, a rumorosa e festiva malhação dos Judas.

Aqui, porém, somente focalizaremos o setor das crendices, ligadas à Semana Santa e à Quaresma.
Comecemos pela velha superstição dos "treze à mesa", proveniente da última ceia de Cristo e seus doze apóstolos. Julga o povo — aliás de quase todas as nações — que, sentando-se à mesa de refeição, treze pessoas, uma delas — a mais velha ou mais moça — morrerá dentro em breve.
Parte daí — dizem — o vezo antigo de se considerar o 13 número de azar e de morte. Então, se a ele se associa a sexta-feira, maior é o risco, mais cabuloso será o dia.
A sexta-feira da Paixão ou qualquer outra figura em várias e pitorescas abusões do povo. Por exemplo:
Em sexta-feira não se corta unha, porque "faz unheiro"  ou "dá dor de dente", ou "dá inflamação nos dedos" . Às crianças em tal dia, "só a madrinha pode cortar as unhas" .
Na Sexta-Feira da Paixão não se varre a casa — porque "faz mal" ; porque "se varre os cabelos de Nosso Senhor" . Não se corta nem se chupa cana — alusão talvez à cana que serviu de cetro a Cristo.
Em sexta-feira não se deve viajar — "faz mal", "é perigoso" ; "acontece desastre" . Também em tal dia, não se deve fazer a barba ;  não se deve dar sal ; não se deve olhar no espelho — é agouro . Quem ri na sexta-feira chora no domingo.
Na Sexta-Feira da Paixão — Marias não podem cortar o cabelo; também não podem pentear-se, porque "Maria Santíssima não se penteou" . Foi Nossa Senhora quem disse: "Diabos carregue as Marias que pintiá os cabelo na Sexta-Feira da Paixão!..." .

Faz mal, nesse dia santo — "socá os tempero no pilao, para a torta". Isto se faz "na quinta-feira maior" . "É bom greá cachorro na Sexta-Feira Santa: nunca dá peste no cachorro, nem ele panha quarqúé mal". "Greá" — explicou-nos o informante — "é marcar a fogo, com um 8, nos quarto do cachorro".
Também na sexta-feira maior — "o café será tomado amargo, porque os judeus deram a Jesus 'fel amargurado'''.
Antigamente era costume na Roça  grande — trocar-se qualquer moeda por um vintém tirado ao esquife do Senhor na Sexta-Feira da Paixão. Esse vintém servia de "chamariz" à fortuna. A mesma crença continuou por muito tempo, trocando-se, porém, os vinténs nas bandejas de esmolas — expostas na igreja. Guardavam-se bem guardadas essas moedas de cobre e no ano seguinte davam-se aos [mendigos]; outro modo de atrair a sorte a si mesmo, porque "quem dá aos pobres, empresta a Deus".

Estas e outras inúmeras abusões e crendices se perpetuam, através dos tempos, entre a gente simples e crédula, tornando mais tristes, impressionantes e sombrios os (?) nos dias da Quaresma e da Semana Santa em nossa terra.

Vinte e um de fevereiro de 1945- Tomada de Monte Castelo

Em 21 de fevereiro de 1945, a FEB (Força Expedicionária Brasileira) realizou a sua mais importante conquista nos campos de batalha europeus: a tomada do Monte Castelo. Formada durante o governo Getúlio Vargas, a FEB era constituída de oficiais e voluntários que se alistaram com o intuito de poder ajudar as forças aliadas no combate ao nazi-fasciscimo na Europa. Os brasileiros, em sua maioria, estavam despreparados para os conflitos e as forças nacionais receberam treinamento e mantimentos dos quartéis norte americano. Foram enviados desde armamentos até uniformes, afinal, os brasileiros estavam acostumados a um clima tropical e suas vestimentas não eram adequadas para o rigoroso inverno europeu.


 A FEB estava subordinada ao 4o Corpo do 5o Exército americano e foi enviada para os campos de batalha na Itália para ajudar a conter o avanço das forças alemãs em direção à França. Antes da vitória final, em 21 de fevereiro, ocorreram outras três tentativas. O comando americano definiu que no dia 19 de fevereiro teria início a nova ofensiva que ficou conhecida como?Operação Encore?. Nesta, a missão da força brasileira era tirar Monte Castelo do controle dos alemães, pois ele representava uma posição estratégica, já que se encontrava no caminho para Bolonha, cidade que representaria uma importante conquista para as forças aliadas. No dia 21, a FEB derrubou os alemães. A tomada do Monte Castelo ficou conhecida como a sua mais importante conquista.

 Alguns meses depois, em 8(oito) de maio de 1945, a Alemanha se rendeu e, pelo menos em território europeu, a guerra chegou ao fim. Os pracinhas da FEB retornaram ao Brasil e aqui foram recebidos com muita festa. A segunda guerra só acabaria, no entanto, 4 meses mais tarde pois os japoneses ainda não haviam desistido e continuavam a jogar seus kamikazes contra os alvos inimigos. A crueldade do bombardeio atômico a Hiroshima e Nagasaki mostrou ao mundo o poder de fogo norte americano e os ataques desnecessários levaram à capitulação dos japoneses em 2(dois) de setembro de 1945.

Fontes de informações e imagens:
A Conquista de Monte Castelo
Segunda Guerra Mundial 


terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Bem vindo 2015, mas limpe os pés!


O QUE ESPERAR DE 2015?

Estamos chegando ao final de um ano bastante difícil, sob todos os pontos de vista.
Até o ano de 2018 as coisas não vão melhorar,  apenas piorar.  É preciso que tenhamos paciência, compreensão e muita fé em Deus ou no que creiamos, para que possamos atravessar por todas as dificuldades que estão por vir.
Não há melhor momento do que as festas de fim de ano para que se possa renovar a fé que se tenha, sobretudo na capacidade humana de superar as dificuldades e de superar-se, avançando no conhecimento e na força do trabalho honesto e árduo.  Se há uma palavra que não pode sair de nossas mentes é HUMILDADE.  Estaremos nos deparando, cada vez mais, com pessoas que se julgam muito mais do que são e, por saberem disso, apelarão para a agressividade gratuita,  a demonstração pequena de arrogância mesclada à incompetência.  E como você, meu caro amigo, é um ser dotado dos melhores dons de Deus, saberá ser humilde e se afastar, sem criar maiores problemas porque, afinal, quem fará um papel ridículo será essa pobre pessoa, digna de preces, que ficará com cara de boba.
O ano de 2015 promete muita coisa.  Será regido pelo planeta Marte, que implica não apenas agressividade, mas também combatividade, vitalidade, energia inesgotável.   Ele apresenta esses lados mais saudáveis, mas também implica o lado mais instintivo e primário da luta pela sobrevivência a qualquer custo. Podem-se empregar uma palavra que o caracterize nesse lado menos positivo, é “tensão”; ou seja, os fios de todos estão desencapados. Daí, o risco de conflitos, guerras, incêndios em casas e bens, regionais e globais se exacerba.  A reeleição da Presidente se prende à cor de Marte, o vermelho.  É bom que ela redobre seus cuidados na administração de um país “desencapado”.  Terá um trabalho gigantesco pela frente. Portanto, meu caro leitor amigo, evite, de todas as formas, a agressividade e a impulsividade, porque não lhe trarão nada de positivo.   E o que existe de positivo?  O empreendedorismo.  Deseja abrir um negócio próprio?  Cerque-se de garantias e procure aumentar seus conhecimentos a respeito do campo de atividade que o interessa e... Mãos à obra, sem nunca descuidar da ética.    Se o fizer, o preço será bem caro.
A impulsividade também deverá ser evitada.  Reparou como as pessoas estão falando em sair do Brasil de qualquer jeito?  Elas estão dizendo isso sem analisar como o mundo está conturbado, xenofóbico e sob tensão em quase todos os países.  Repare leitor amigo, que os “fios desencapados” estão presentes no mundo todo.  Antes de qualquer atitude,  procure ouvir o bom-senso. Não aja por impulso. Se o fizer, será cobrado futuramente por sua temeridade.
Tenha em mente a filosofia do fósforo:  cabeça quente só faz você virar cinza.  Isso se aplica neste ano.  Pense mil vezes antes de manifestar agressividade, irritabilidade, porque isso se voltará contra você e, mais especificamente, contra sua cabeça,  área regida por Marte.  Invista sua energia nos esportes, em atividades que lhe ocupem muito o físico,  que desgastem suas energias, para que consiga manter-se saudavelmente equilibrado.
Vejamos, bem resumidamente, alguns pontos para sua análise, signo por signo, para o ano que vai começar em breve:
Áries  - como você é regido por Marte, terá excelentes oportunidades para exercitar sua criatividade, seu pioneirismo, evitando posturas teimosas e independentes demais, que só lhe trariam dissabores.   Redobrar os cuidados com a área da cabeça se torna fundamental, já que aprecia a velocidade e os esportes radicais.
Touro -  sua vontade de ter dinheiro e conforto material levará você a lutar pelo que deseja, mas enfrentará muitos obstáculos e até certas limitações para poder realizar o que deseja.  Embota você não seja exatamente um lutador ferrenho, neste ano passará a ser,  para poder obter o sucesso que almeja.   Ano excelente para quem é artesão e trabalha com metais e pedras preciosas e semipreciosas.  Observe seu mapa natal e, se Touro estiver com linha vermelha (tenso),  procure controlar a violência intempestiva.
Gêmeos -  ano onde a inquietação e a agressividade adquirem cores fortes, chegando à grosseria, ao sarcasmo, à mudança de emprego(s) e à necessidade premente de ter mais que ruma ocupação,  fato já comum neste signo.
Câncer -  ano difícil, por conta de discussões, sobretudo no meio familiar – com os pais, especialmente.  É preciso muito cuidado para que as discórdias não levem você a apresentar, mais tarde, problemas de ordem psicológica.   Se refrear demais o que sente, pode vir a ter problemas estomacais.  Prefira sempre o diálogo à discussão, à exacerbação de discussões.  Se quiser evitar muitos problemas no lado doméstico,  invista muito de sua energia em pequenos reparos,  em melhorias na energia de seu lar, para que o sinta realmente seu e onde possa exercer pleno domínio.
Leão -  sua competitividade natural se exacerba no ano de 2015 porque sua capacidade de liderança, aliada à autoconfiança, podem lhe trazer dissabores se não souber dosar suas opiniões e crenças no momento de expô-las.  Esteja atento, caro amigo leitor, ao autoritarismo.
Virgem -  o trabalho será muito proveitoso, sobretudo se você for médico ou lidar com artesanato.  A capacidade de ser inflexível nos detalhes, nas minúcias, se torna quase obsessiva.  Portanto, o perfeccionismo ainda mais forte vem atrelado a este lado muito minucioso.   É preciso estar atento às divergências entre patrões e empregados para que não haja desperdício de energia e conflitos desnecessários.  Esteja atento a seu sistema nervoso.
Libra -  aprecia muito o agir na esfera social, mas sempre em colaboração com outras pessoas.  Como Libra é um signo cuja palavra de ordem é sociabilidade, sempre buscará parcerias.   Tendo forte senso de justiça, pode ter tendência a se destemperar ao ver fatos onde haja injustiça.  Será preciso apelar fortemente para seu senso de equilíbrio para se manter “na linha”.
Escorpião -  Marte também rege o signo de Escorpião.  É seu co-regente.  Não há meio termo para o escorpiano, que tanto pode ir ao mais sublime da essência humana,  quanto ao mais baixo dela.   Nada o amedronta se precisa lutar pela defesa de seus princípios, para atingir o que almeja.   Embora aparente neutralidade,  sua possessividade e seu ciúme podem lhe trazer sérios dissabores.  Precisa aprender a seu mais desprendido e menos vulgar em muitos posicionamentos.  (não fique aborrecido,  verificará que pode perder as estribeiras de forma pouco educada, meu leitor amigo).  Levar em conta a sensibilidade dos demais diminuirá sua tendência à raiva, ao rancor represado.  Isso não lhe trará nada de positivo e possibilidade de dissabores com a lei.
Sagitário -   neste ano, você se sentirá quase que um cruzado dos tempos modernos.  As questões sociais e culturais o levarão a aumentar suas convicções tanto filosóficas quanto religiosas.   O sentimento de patriotismo se exacerba e precisa estar atento para não levar isso a pontos fortes demais, onde você se julgará o defensor incondicional de Deus e da Pátria.  Seus ideais devem ter como pano de fundo a melhoria do social, através de sólidos valores morais e espirituais.  Esteja atento, caro leitor amigo, ao sarcasmo, uma de suas marcas registradas.  Foque sempre no seu lado positivo e seja direto e em suas ações e palavras.  Ganhará muito mais com isso.
Capricórnio -  esteja atento à sua ambição,  para que ela não conduza você a caminhos tortuosos que, por não serem de sua natureza, lhe trariam problemas.  Sua tendência para as carreiras que exijam ordem e disciplina estão exacerbadas durante todo o ano.  Se você ou pretende ser militar, político ou tiver uma carreira de liderança em grandes empresas, estará grandemente favorecido. Deverá investir uma boa quantidade de energia em seu autocontrole.  Marte, planeta exaltado em Capricórnio, pode lhe trazer problemas se não se contiver em suas ações, sobretudo se perceber que um subordinado ou alguém próximo age com preguiça extrema.  Esteja atento para não atuar no lado negativo e levar sua ambição a pontos dos quais não mais poderá retornar, por estar comprometido demais.  Cuidado com fraturas ósseas durante o ano todo.
Aquário - a tendência a resolver as coisas de maneira inusitada, própria, precisa ser controlada durante este ano.  O mar não está para peixe, diz o ditado popular.   Portanto, procure focar sua energia no que lhe é mais favorável:  as tecnologias de ponta ou o trabalho comunitário.   Seus problemas em aceitar atitudes autoritárias aumentam durante este ano.  Procure agir com maturidade, para não correr riscos desnecessários e se envolver em conflitos que lhe seriam totalmente infrutíferos.  É fundamental que exercite a atuação em grupos e com amigos de forma harmoniosa, sem farpas aparentes. Não descuide da circulação sanguínea durante todo o ano.

Peixes -  neste ano, seu inconsciente vai falar ainda mais alto.   Deverá evitar guardar todo tipo de ressentimento, sobretudo os ligados ao passado, porque isto não lhe fará bem algum e poderá conduzir você a médicos.   Como você sempre evita todo tipo de confronto direto,  as lágrimas excessivas e a depressão poderão fragilizar você.  Procure estar perto de água corrente, para recarregar suas baterias, mesmo que sejam aquelas pequenas fontes que são encontradas em casas esotéricas.  Cuidado com sua tendência a, neste ano, querer manipular os outros, exigindo-lhes todo tipo de atenção:  física, psicológica, emocional.  Ao invés de entrar por esse viés, procure focar sua atenção na sua capacidade intuitiva  indiscutível  e promova o auxílio a grupos que possam vir a precisar de você.




fonte:http://www.palavrandoefilosofando.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=160:o-que-esperar-de-2015&catid=9:migalhas-astrologicas&Itemid=24

domingo, 10 de agosto de 2014

A ORIGEM DO DIA DOS PAIS



Ao que tudo indica, o Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a idéia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.

Conta a história que em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. Algumas fontes de pesquisa dizem que o nome do pai de Sonora era William Jackson Smart, ao invés de John Bruce Dodd.

Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. E também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos.

A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a idéia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais (alguns dizem que foi oficializada pelo presidente Richard Nixon em 1972).

No Brasil, a idéia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família.

Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia.


Em outros países

Pelo menos onze países também comemoram o Dia dos Pais à sua maneira e tradição.

Na Itália, Espanha e Portugal, por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. Apesar da ligação católica, essa data ganhou destaque por ser comercialmente interessante.

Reino Unido - No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes.

Argentina - A data na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.

Grécia - Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho.

Portugal - A data é comemorada no dia 19 de março, mesmo dia que São José. Surgiu porque é comercialmente interessante. Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração.

Canadá - O Dia dos Pais canadense é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, porque ainda é considerada uma data mais comercial.

Alemanha - Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa) . Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique.

Paraguai - A data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.

Peru - O Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles.

Austrália- A data é comemorada no segundo domingo de setembro, com muita publicidade.

África do Sul - A comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas não é nada tradicional.

Rússia - Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais. Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, chamada de "o dia do defensor da pátria" (Den Zaschitnika Otetchestva).


Independente do seu lado comercial, é uma data para ser muito comemorada, nem que seja para dizer um simples "Obrigado Papai" !



Texto compilado das seguintes fontes

- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
Sites:
http://www.pratofeito.com.br/pages.php?recid=2315
http://www.virtual.epm.br/uati/corpo/dia_pais.htm
http://educaterra.terra.com.br/almanaque/datas/pai.htm

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

estamos chegando lá





Toda Honra e Glória
Fernando Iglesias


Toda honra e glória a ti, senhor!
Infinito e santo és, oh deus de amor!
Com o meu coração, de todo ser.
Com meu viver quero louvar-te!
Toda honra e glória a ti, senhor!

Digno e santo, és o deus e senhor.
Vejo através de teus feitos.
Como expressar tão imenso poder?
Pois sou apenas um homem.
E ainda que a voz dos trovões.
As estrelas e o mar o louvassem.
Seria pouco!

Toda honra e glória a ti, senhor!
Infinito e santo és, oh deus de amor!
Com o meu coração, de todo ser.
Com meu viver quero louvar-te!
Com o meu coração, de todo ser.
Com meu viver quero louvar-te!
Toda honra e glória.
Toda honra e glória.
Toda honra e glória a ti, senhor!

Tu és o rei, pai e consolador.
És nosso irmão deus perfeito.
Dá-nos agora a tua canção.
Mostra-nos como louvar-te.
Vem lá do céu nos falar.
Com seus anjos cantar.
Nosso ser inundar de glória.

Toda honra e glória a ti, senhor!
Infinito e santo és, oh deus de amor!
Com o meu coração, de todo ser.
Com meu viver quero louvar-te!
Com o meu coração, de todo ser.
Com meu viver quero louvar-te!
Toda honra e glória.
Toda honra e glória.
Toda honra e glória a ti, senhor!

Toda honra e glória a ti, senhor!
Infinito e santo és, oh deus de amor!
Com o meu coração, de todo ser.
Com meu viver quero louvar-te!
Com o meu coração, de todo ser.
Com meu viver quero louvar-te!
Toda honra e glória.
Toda honra e glória.
Toda honra e glória a ti, senhor!

terça-feira, 29 de julho de 2014

100 anos da Primeira Guerra Mundial: 20 curiosidades que você precisa saber





Conheça um pouco mais sobre esse terrível episódio da história da humanidade

Por  em 

Como você sabe, este ano o início da Primeira Guerra Mundial completa 100 anos. O conflito aconteceu como resultado de uma série de eventos que culminaram em quatro anos de confrontos violentos que envolveram nações de cinco continentes. A guerra durou de 1914 a 1918 e, além de provocar a queda de quatro grandes impérios — o Otomano, o Russo, o Austro-Húngaro e o Alemão —, também redefiniu geopolítica mundial.

E o conflito não se limitou em apenas em transformar o mapa-múndi radicalmente e em deixar um rastro de destruição e morte: como resultado da Primeira Guerra Mundial ocorreu o genocídio na Armênia, a Revolução Russa e a assinatura do Tratado de Versalhes. E como consequência disso tudo, o surgimento de Adolf Hitler e do nazismo, a ocorrência da Segunda Guerra Mundial e o desabrochar do mundo como conhecemos hoje.

Assim, que tal conferir um superbreve panorama sobre o que provocou o conflito e uma série de curiosidades que você precisa conhecer?

Breve panorama


Uma década antes do início da guerra, a Europa era um continente cosmopolita que vivia um momento econômico muito propício e testemunhava um acelerado desenvolvimento industrial. A maioria dos países compartilhava de valores em comum e, coletivamente, testemunhava o surgimento de inovações científicas e mudanças culturais. Contudo, a Alemanha, devido a diversas questões políticas e sociais internas, não era favorável à modernização.

E, em meio a isso tudo, desde o final do século 19, existia uma forte competição imperial — não esqueça que o Império Otomano, Russo, Austro-Húngaro, Alemão, Britânico a Itália e a Terceira República Francesa eram praticamente os “donos” do planeta na época —, e a sensação que se tinha era a de que o mundo estava cheio demais e que já não existiam mais lugares por conquistar. Especialmente para a Alemanha, que desejava consolidar seu império.

Com o tempo, os alemães, que se viam cercados por seus “inimigos” imperialistas, começaram a sentir sob pressão e, portanto, apesar do bom momento vivido na Europa, existia no continente um clima de profunda tensão. E, finalmente, há exatos 100 anos, ou seja, no dia 28 de julho de 1914, um atentado serviu de estopim para o início da guerra.

Início formal

O que desencadeou o conflito formalmente foi o assassinato do Arquiduque Franz Ferdinand — herdeiro do Império Austro-Húngaro — e sua esposa Sophie. O incidente ocorreu em Sarajevo e levou o Império Austro-Húngaro a declarar guerra contra a Sérvia.

Assim, embora tenha tido início entre os austro-húngaros e os sérvios, foi uma questão de tempo até que as demais potências europeias — e de países de outras partes do mundo — se unissem ao conflito, em um verdadeiro efeito dominó.

Curiosidades sobre a Primeira Guerra Mundial:

1 – Após a declaração de guerra entre austro-húngaros e sérvios, a Alemanha declarou guerra contra a Rússia no dia 1 de agosto e, dois dias mais tarde, contra a França;

2 – No dia 4 de agosto, a Grã Bretanha declarou guerra contra a Alemanha e se uniu à França e à Rússia, formando o grupo dos aliados;



3 – Em 23 de agosto, o Japão declarou guerra contra a Alemanha e, no dia primeiro de novembro, o Império Otomano se uniu ao Império Austro-Húngaro e ao Alemão para formar a coligação denominada Impérios Centrais. Os EUA se uniram ao conflito durante o último ano da guerra;

4 – A Primeira Guerra Mundial envolveu a participação de perto de 70 milhões de soldados de 30 países espalhados por cinco continentes, provocando a morte de aproximadamente 10 milhões deles durante os combates — sem falar nas milhões de vidas perdidas devido à fome e ao surgimento de doenças;

5 – O conflito é o sexto com o maior número de mortes na História;

6 – A Gripe Espanhola foi a responsável pela morte de aproximadamente 1/3 de todos os militares que perderam suas vidas durante a guerra;

7 – Cães foram largamente utilizados como mensageiros, carregando ordens aos frentes de batalha através de capsulas que ficavam presas a seus corpos;

8 – Até então, nenhuma guerra havia se apoiado tanto no uso de trincheiras. Essas valas se estendiam por quilômetros de distância e muitas delas se tornavam alagadas e ficavam cheias de barro, enquanto que piolhos, doenças e ratazanas enormes infernizavam as vidas dos soldados entrincheirados;

9 – Cerca de 40 quilômetros de trincheiras foram construídos só no famoso “Frente Ocidental”, e muitas delas tinham nomes inspirados em endereços de verdade;

10 – A expectativa de vida nas trincheiras era de aproximadamente seis semanas, sendo que os oficiais com menos patentes e os que carregavam as macas estavam entre os que se expunham mais aos riscos;

11 – Aproximadamente 6 mil homens morriam todos os dias durante a guerra;


12 – Todas as semanas, aproximadamente 12 milhões de cartas eram entregues aos soldados;

13 – A Primeira Guerra Mundial deu início ao desenvolvimento da cirurgia plástica, e os primeiros bancos de sangue também foram criados durante o conflito;

14 – Oficialmente, os soldados britânicos tinham que ter 19 anos para servir ao exército. Contudo, estima-se que cerca de 250 mil garotos tenham mentido suas idades e o mais jovem soldado de que se tem notícia tinha apenas 12 anos;

15 – Em dezembro de 1914, soldados da Força Expedicionária Britânica ouviram soldados alemães entrincheirados em Frelinghien, na França, cantando hinos natalinos e viram que os oficiais haviam colocado pequenas lanternas e árvores Natal ao longo das trincheiras. Os homens de ambos os exércitos começaram a trocar mensagens e, no dia seguinte, todos concordaram em declarar uma trégua informal, passando o dia na companhia uns dos outros;

16 – Durante a trégua, os soldados trocaram presentes, jogaram futebol e tiraram fotos juntos. Esse dia se transformou em uma das lembranças mais emotivas da Primeira Guerra Mundial, um momento no qual inimigos permitiram que a compaixão triunfasse sobre suas diferenças políticas e se criasse um breve respiro dos horrores da guerra;



17 – Um dos conflitos mais sangrentos da História da Humanidade ocorreu durante a Primeira Guerra Mundial. Conhecida como “Batalha de Somme”, ela resultou na morte de mais de 1 milhão de pessoas, e ocorreu durante um esforço dos britânicos em expulsar os soldados alemães de suas trincheiras;

18 – Assim, no primeiro dia da ofensiva em Somme, depois de cavar túneis sob as trincheiras dos alemães e posicionar quase 30 toneladas de explosivos, os soldados britânicos fizeram seus inimigos voarem pelos ares. A cratera resultante da explosão existe até hoje, medindo mais de 90 metros de diâmetro e mais de 20 de profundidade;



19 – A papoula vermelha se transformou no símbolo da Primeira Guerra Mundial graças a um cirurgião canadense chamado John McCrae. O médico escreveu um triste poema em homenagem a um amigo que morreu durante o conflito e, nele, McCrae menciona as papoulas vermelhas como sangue dos campos de Flandres, na Bélgica;


20 – Hoje, as flores podem ser vistas na primavera e começo do verão pelo local que durante a guerra foi o Frente Ocidental, e servem para recordar a todos os soldados caídos durante as batalhas.

Fonte:http://www.megacurioso.com.br/guerras/45079-100-anos-da-primeira-guerra-mundial-20-curiosidades-que-voce-precisa-saber.htm?utm_source=HomePortal&utm_medium=baixaki